Série Roteiros Magnéticos: lista dos nossos passeios no destino, para você se inspirar
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FICHA TÉCNICA
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Período: 30/05/2010 a 01/06/2010
Hotel: Alloggi Gerotto Calderan (não recomendo! veja os motivos no texto)
Atração inesquecível: Passeio pelo Canal Grande
Transporte até a cidade: Trem desde Florença
Transporte na cidade: Pé e vaporetos (ônibus venezianos)
◄ um dos ímãs mais bonitos da minha coleção! |
Veneza é um lugar único, que eu era doida pra conhecer. Chegando lá, era exatamente tudo o que eu imaginava: diferente do que qualquer outro lugar no mundo.
Escolhemos um hotel pertinho da estação de trem e fomos a pé pra lá. A localização do hotel foi uma boa escolha, porque ficamos na ilha (ficar no continente não deve ter a menor graça!) e não precisamos pegar os caros táxis barco até o hotel. Tivemos que andar até a Piazza San Marco, mas não foi nenhum sacrifício pelas cenas que íamos encontrando pelo caminho...
O hotel era pequeno e confortável, mas quando descemos pra reclamar que o ar condicionado não estava funcionando o atendente começou a gritar comigo (!), aquele jeito bem italiano de ser. Foi ridículo! Só não troquei de hotel porque não acharia outro na ilha por aquele preço.
E essa foi uma constante em Veneza, fomos mal atendidos em vários lugares: feirante, garçom, oficial da imigração. O que nos pareceu é que os venezianos estão cansados dos turistas, perderam sua cidade para o mundo. Quase não víamos moradores andando na cidade, passeando com cachorro, com carrinho de criança... Só loja de souvenir e aquela galera com a máquina fotográfica pendurada no pescoço.
Bem, tirando nossas impressões negativas da cidade, foi só deslumbramento. Além da delícia de se perder entre as ruas e canais, as atrações que visitamos foram (clique nas fotos para ampliar):
Piazza San Marco: É o pedaço mais famoso de Veneza, onde está a Basílica, o Palazzo Ducale, o Campanário, uns restaurantes charmosíssimos (nem pense em sentar nas cadeiras sem consumir nada senão leva bronca!) e uma lista vista do Grande Canal e das ilhas ao redor.
Basílica de San Marco: linda, tanto por fora quanto por dentro. A fila compensa! Seu interior é coberto de mosaicos dourados, e no piso superior estão os Cavalos de Bronze de Constantino, esculpidos para o imperados romano no século IV, roubados pelos venezianos da cidade de Bizâncio, depois roubados por Napoleão e finalmente devolvidos pela França.
Palazzo Ducale: A sede do governo da República veneziana é uma visita interessante, pois o palácio abrangia a sede dos três poderes juntos: Executivo, Legislativo e Judiciário. A famosa Ponte dos Suspiros (que estava em reforma) ligava os tribunais do Palácio à sua prisão.
Passeio de Gôndola: Tá vendo a gente ali sentadinho? Não? Pois é, não fizemos este passeio! Custava uns 80 euros o passeio com até 6 pessoas na gôndola. Mas como éramos só os dois ia ficar muito caro.
Igreja Santa Maria della Salute: a bela igreja barroca, localizada em uma das ilhas em frente à Piazza San Marco, tem um interior claro e sem tanto rebuscamento.
Passeio de vaporeto: Claro que os ônibus de Veneza não são ônibus normais, assim como suas viaturas policiais, ambulâncias, táxis...
Os ônibus são barcos chamados vaporetos, e além da ilha principal, as linhas levam à ilhas mais distantes como Murano, onde há as famosas fábricas de vidros, e Lido, a ilha "normal" onde ocorre o Festival de Veneza e tem mansão, rua, carro e até praia para banhistas. Você pode comprar o cartão e utilizar o transporte por algumas horas. Veja as rotas e os valores aqui.
Pegamos o barco até Murano umas 3 da tarde, mas chegando lá as visitas às fábricas já estava encerradas. Então fomos conhecer Lido, mas achamos tudo muito normalzinho. O melhor do passeio foi a volta, vendo Veneza iluminada com a luz do fim de tarde. Sabe quando você fica triste quando chega a sua vez de descer do ônibus?
Chegamos na hora do almoço e ficamos um dia e meio na cidade. Acho que chegando a noite, ficando um dia inteiro e indo embora no outro dia pela manhã é suficiente, se você não quiser visitar outras ilhas.
Ai ai... agora só me resta suspirar de saudade!
Escolhemos um hotel pertinho da estação de trem e fomos a pé pra lá. A localização do hotel foi uma boa escolha, porque ficamos na ilha (ficar no continente não deve ter a menor graça!) e não precisamos pegar os caros táxis barco até o hotel. Tivemos que andar até a Piazza San Marco, mas não foi nenhum sacrifício pelas cenas que íamos encontrando pelo caminho...
Passear por Veneza é assim!
O hotel era pequeno e confortável, mas quando descemos pra reclamar que o ar condicionado não estava funcionando o atendente começou a gritar comigo (!), aquele jeito bem italiano de ser. Foi ridículo! Só não troquei de hotel porque não acharia outro na ilha por aquele preço.
E essa foi uma constante em Veneza, fomos mal atendidos em vários lugares: feirante, garçom, oficial da imigração. O que nos pareceu é que os venezianos estão cansados dos turistas, perderam sua cidade para o mundo. Quase não víamos moradores andando na cidade, passeando com cachorro, com carrinho de criança... Só loja de souvenir e aquela galera com a máquina fotográfica pendurada no pescoço.
Bem, tirando nossas impressões negativas da cidade, foi só deslumbramento. Além da delícia de se perder entre as ruas e canais, as atrações que visitamos foram (clique nas fotos para ampliar):
Piazza San Marco: É o pedaço mais famoso de Veneza, onde está a Basílica, o Palazzo Ducale, o Campanário, uns restaurantes charmosíssimos (nem pense em sentar nas cadeiras sem consumir nada senão leva bronca!) e uma lista vista do Grande Canal e das ilhas ao redor.
A Piazza San Marco e o Campanário
Os cavalos de bronze de Constantino, a fachada da Basílica e seu belíssimo interior
A fachada do Palazzo Ducale e o pátio de sua prisão
As gôndolas que não andamos
Igreja Santa Maria della Salute e seu interior
O interior do "ônibus", o ponto de ônibus, a viatura da polícia e uma ambulância (repara no protesto "Basta Hotel" na tapumes da obra)
Pegamos o barco até Murano umas 3 da tarde, mas chegando lá as visitas às fábricas já estava encerradas. Então fomos conhecer Lido, mas achamos tudo muito normalzinho. O melhor do passeio foi a volta, vendo Veneza iluminada com a luz do fim de tarde. Sabe quando você fica triste quando chega a sua vez de descer do ônibus?
O lindo fim de tarde.
Ai ai... agora só me resta suspirar de saudade!

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