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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Patagônia - Índice de Posts

A Patagônia é um destino gelado e inesquecível. Paisagens deslumbrantes e surpreendentes, especialmente para nós, brasileiros, acostumados com os termômetros lá em cima.

Nossa viagem foi de duas semanas. É só clicar nas fotos para abrir os posts. Inspire-se!


O primeiro post é sobre o planejamento do roteiro. Como as distâncias na Patagônia são bem grandes, uma ajuda na preparação da viagem é bem útil.

Buenos Aires não fica na Patagônia, mas já que teríamos que passar por lá de qualquer maneira, porque não dar um passeio?

Ainda em Buenos Aires, os detalhes da visita da atração mais surpreendente: o Zoológico de Luján, onde você pode interagir com os animais.

A primeira parada na Patagônia foi no fim do mundo: Ushuaia, a cidade mais austral do planeta. O belo passeio de barco pelo Canal de Beagle para avistar pinguins, lobos marinhos e um belo farol é mostrado neste post.

Além do Canal de Beagle, Ushuaia tem outras belas atrações, descritas aqui.

O primeiro post sobre a cidade de El Calafate tem um resuminho das atrações da cidade, para ajudar a planejar quantos dias ficar lá.

Este foi o principal motivo da viagem: conhecer o Glaciar Perito Moreno bem de perto! Nosso relato sobre o Big Ice, o trekking sobre o Glaciar. Aqui tem as respostas para as suas dúvidas!
Post sobre outro passeio maravilhoso em El Calafate: a navegação entre todos os glaciares do Parque, vendo de pertinho os paredões e icebergs, e podendo correr pra dentro do barco antes de congelar.

Ficamos só 2 dias em El Chaltén, a capital argentina do trekking. Mas deu pra ver os belos Cerro Fitz Roy e Cerro Torre fazendo trilhas não muito complicadas.
Depois da Argentina pegamos um ônibus pro Chile, e fizemos uma visita relâmpago ao Parque Torres del Paine. Alugamos um carro e passamos um dia tentando ver as Torres, mas o tempo não deixou... Mesmo assim foi uma bela visita!
Punta Arenas foi a porta de saída da Patagônia. Tivemos pouco tempo lá, e a atração que visitamos foi no mínimo inusitada: o Cemitério!










Trekking na Patagônia Argentina: El Chaltén pelo Ednardo: Um amigo que fizemos na Patagônia voltou lá este ano, desta vez para fazer as trilhas de El Chaltén. E criou um site com as dicas bem detalhadinhas! Neste post tem a explicação da viagem dele e o link para o site.








Espero que você tenha criado coragem depois das dicas! :)


segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Patagônia 11/11: Punta Arenas

FICHA TÉCNICA       
Período: 07/04/2012
Hotel: Hostal la Estancia
Transporte até a cidade: Ônibus desde Puerto Natales
Transporte na cidade: Pé!


Fomos parar em Punta Arenas porque a TAM só tinha vôo com milhas saindo de lá. Achamos que seria mais seguro dormir um dia na cidade, mas nem precisava, porque um dos pontos de parada do ônibus que sai de Puerto Natales é o aeroporto de Punta Arenas.

Punta Arenas fica às margens do Estreito de Magalhães, que era a passagem entre os oceanos Atlântico e Pacífico antes da construção do Canal do Panamá. Foi cruzado pela primeira vez por Fernão de Magalhães, daí o nome.

A cidade tem um centrinho histórico, onde nos hospedamos. O problema foi que tinha acontecido uma enchente muito séria uns dias antes, e as ruas estavam cobertas de lama, inclusive a do nosso albergue.

Efeitos da enchente em Punta Arenas

Tivemos um finalzinho de tarde e uma manhã na cidade, e conseguimos visitar só dois pontos turísticos: 

Praça Muñoz Gamero: praça principal do Centro, há uma escultura de Fernão de Magalhães e uma feirinha de artesanato, onde comprei o ímã. :)

Igreja na Praça Muñoz Gamero

Cemitério: Acho bem estranho um cemitério ser uma atração turística mas... o cara do albergue nos recomendou, então fomos. As "esculturas" nos arbustos são até bonitas, imitam os dedos apontando para o céu. 

  
Dedinhos do Cemitério

Catedral: É pertinho do Cemitério e bem grande. Não tiramos fotos!

A cidade tem outras atrações que não visitamos. A principal é a Isla Magdalena, onde tem uma pinguinera. Outra atração que deve ser interessante é a  réplica do navio que o navegador utilizou para a sua travessia, fica um pouco longe do Centro. Por causa do frio de rachar que tava fazendo, também não fomos no mirante da cidade, de onde se avista o Estreito de Magalhães.

A cidade também tem uma Zona Franca, que dizem que é muito bom para comprar roupas de frio. O cara do albergue disse que não valia tão a pena assim, mas muita gente começa a viagem por aqui para comprar as roupas necessárias. Demos uma voltinha pelo Centro mas as lojas estavam todas fechadas por causa da Semana Santa.

Os relatos da Patagônia terminam aqui. Espero que aticem os futuros visitantes, e sejam úteis no planejamentos da viagens!

Vou pensar no próximo post, porque ainda tem muuuuito ímã pra mostrar!


Veja tudo sobre a Patagônia no Colecionando Ímãs em: Patagônia - Índice de Posts.


domingo, 22 de julho de 2012

Patagônia 10/11: Torres del Paine

 
FICHA TÉCNICA       
Período: 04/04/2012 a 06/04/2012
Hotel: Hotel Charles Darwin (minha resenha no tripadvisor aqui)
Atração inesquecível: Parque Torres del Paine
Restaurante show: Hotel Charles Darwin
Transporte na cidade: Pé!
Transporte até o parque: Carro alugado

Como pegamos as passagens com milhas TAM, a volta do passeio da Patagônia foi de Punta Arenas, no Chile. Assim, já que teríamos que ir pra lá mesmo, porque não conhecer as belezas da Patagônia Chilena também? A principal atração de lá é o Parque Nacional Torres del Paine, onde estão as famosas Torres. Infelizmente não tínhamos muito tempo mais, então reservamos um dia só pro parque.

Contrariando as recomendações da tripulação do Viaje na Viagem, não ficamos hospedados dentro do Parque, mas em Puerto Natales, a cidade mais próxima de lá. As hospedagens do Parque ou são caríssimas, ou são muito simples, voltada pro pessoal que vai fazer o circuito W de trekking. Decidimos ficar em Puerto Natales, e pegar um passeio para o Parque, como o que o Ricardo Freire fez aqui.

Conversamos com o concierge do hotel e ele nos disse que, além das excursões pro Parque, também poderíamos alugar um carro para ir. Não me lembro exatamente dos valores, mas lembro que o valor do carro alugado ficava menor do que das excursões para nós dois (no final ficou mais caro, porque a gasolina no Chile é caríssima !). Mas, pela flexibilidade, decidimos ir de carro alugado. Lá existem várias locadoras, mesmo assim foi um pouco difícil de achar porque deixamos pra última hora, mas acabamos achando um carro da Samsung (!) disponível.

Em uma das locadoras, conhecemos um chileno figuraça, o Sr. Patricio Porras ("nunca vou poder viajar pro Brasil com um sobrenome desses!"), que nos deu a dica de chegar pela entrada norte do parque e sair pela sul, fazendo o caminho contrário das excursões. Assim, poderíamos passar pela Cueva del Milodón (uma caverna entre o parque e a cidade) no horário mais sossegado. Segundo ele, o sol da tarde na Cueva é bem bonito.

Saímos cedo (mas nem tanto), e começou até a nevar no caminho! Lindo... mas imagina o frio de lascar. Chegando perto do Parque a estrada é de terra, e lá dentro também, mas não tinha buraco não.

Tava nevando! (clique na foto para ampliar)

Chegando no Parque, já encontramos os seus felizes habitantes, os guanacos! São parentes das lhamas, e são super sossegados. O Parque é cheio deles, principalmente o setor Laguna Azul, pois quase não tem fluxo de turistas.

  
Placa da entrada do Parque, e o simpático guanaco (clique nas fotos para ampliar!)

O setor Laguna Azul é bem mal sinalizado e como estávamos sem mapa, acabamos nos perdendo. Mas achamos um posto dos guardas florestais, que nos deu as dicas. Na verdade a Laguna Azul não é tão bonita como as outras lagoas do Parque (pelo menos sem sol), acho que não valeu muito a pena fazer este caminho mais longo. Tem uma outra entrada pela Laguna Amarga que é utilizada como saída das excursões, talvez fosse melhor ter ido por lá.

Laguna Azul. E essa não é a mais bonita do Parque! (clique na foto para ampliar)

Ainda víamos sinais do incêndio ocorrido em dezembro de 2011, mas nada que diminuísse as belezas do Parque. No caminho para as Torres tem a bela Cascata Paine, nome também do rio que corta o Parque.

Cascata Paine (clique na foto para ampliar)
Pagamos a entrada na portaria da Laguna Amarga (precinho salgado, uns 60 reais pra cada) e, cadê as Torres? Tudo nublado :( Aproveitamos pra fazer um lanchinho e esperar pra ver se o tempo abria. 40 minutos depois e nada! Já bateu o arrependimento de não ter dormido no Parque... Vou ter que voltar lá de novo um dia!

Cadê as Torres?? :(  Era pra ter outras montanhas atrás dessas... (clique na foto para ampliar)

Continuamos na estrada para conhecer as outras belezas do Parque. Os lagos têm um tom de verde espetacular, e após lago Nordenskold tem uma pequena trilha até o Salto Grande, lindíssimo. Dele também sai uma trilha para um mirante dos Los Cuernos, outros picos belíssimos do Parque. Até tentamos pegar um pedacinho da trilha, mas quem disse que o vento deixava? Nunca vi uma ventania daquela, saca só a dificuldade de ficar em pé nas fotos!

Salto Grande (clique na foto para ampliar)

  
Eu lutando contra o vento para (tentar) ver os picos Los Cuernos (clique nas fotos para ampliar!)

Depois do Salto Grande, veio a vista do Lago Pehoé, outra maravilha. Olha lá um dos hotéis que dava pra ter ficado! :)

Lago Pehoé (clique na foto para ampliar)

Seguimos para o Lago Grey, passando pelo Salto Chico. Ele fica ao lado do Hotel Explora, o mais chique do Parque. A trilha é legal porque margeia o lago. Mas Jesuis, que frio. Fui lá, vi correndo e voltei correndo! Finalizamos no Lago Grey, que abriga o Glaciar Grey e seus icebergs. Tem uma trilha bem bonita no meio da mata até o lago, e dá pra chegar bem pertinho. Tem que andar até o outro lado da "praia" pra ver o glaciar ao fundo.

  
Trilha e o Lago Grey e seus icebergs (clique nas fotos para ampliar!)

Com essa andança toda, acabamos saindo do Parque umas 17h, e já era a visita da Cueva. Começou a anoitecer, e daí tivemos essa bela vista da lua cheia no Lago Toro.

Lua cheia no Lago Toro  (clique na foto para ampliar)

Apesar da lua cheia, a volta não foi muito legal não. Saindo deste lado do Parque, a estrada de terra tem quase 60 km, e fazer de noite foi bem estressante. Se for fazer esta rota, tem que sair umas 16h do Parque no máximo, pra fazer a volta toda de dia. Saindo este horário também dá tempo de passar pela Cueva (confirme o horário de fechamento), pois ela já tá pertinho da estrada de asfalto.

Se quiser ver a lua cheia, melhor dormir no Parque. :) Foi o que deveríamos ter feito, como fizemos em El Chaltén, pra ter mais chance de ver as Torres. Apesar da entrada pro Parque valer por 2 dias, é muito longe de Puerto Natales pra ir 2 dias seguidos, e ainda arriscar não ver nada de novo.

As mais belas atrações da Patagônia acabam por aqui. No próximo post, Punta Arenas, a porta de saída da Patagônia chilena e nosso último imã. :)


Veja tudo sobre a Patagônia no Colecionando Ímãs em: Patagônia - Índice de Posts.


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Patagônia 1/11: Planejamento

Essa viagem foi um pouco complicada de planejar. O Guia que eu comprei da Argentina (Rough Guide) era muito superficial, não ajudou muito. Nos blogs e site dos mochileiros, a maioria dos viajantes vai pra fazer trekkings pesados, o que não era nosso caso. Queríamos fazer umas caminhadas, mas só as necessárias para ver as paisagens.

Além disso, o vulcão do Chile frustrou nossa primeira tentativa. Continuei com o roteiro na cabeça, até que surgiu a oportunidade no fim de março de 2012, que é o finalzinho da temporada de "verão" da Patagônia. Poderíamos fazer as caminhadas sobre o glaciar, e ver os pinguins.

Seguindo o algoritmo de planejamento do post anterior, o destino a ser visitado era o Glaciar Perito Moreno, em El Calafate, na Argentina. Para El Calafate seriam necessários 4 dias. Como teríamos 15 dias de férias, fui encaixando outras cidades:
- Buenos Aires
- Ushuaia (cidade mais austral do mundo)
- El Chaltén (Cerro Fitz Roy)
- Puerto Natales (Parque Torres del Paine)

A ideia era voltar ou de Ushuaia ou de El Calafate pro Brasil, mas a LAN não disponibilizou nenhum destes vôos para tirarmos com milhas TAM. Então tivemos que voltar de Punta Arenas, a 3 horas de Puerto Natales. A principal atração Punta Arenas é a pinguinera, mas como já veríamos pinguins em Ushuaia, ficou só como aeroporto mesmo.

Pegar as passagens com milhas foi uma excelente economia, pois as passagens para a Patagônia são caríssimas. Mas deu trabalho, tive que ligar várias vezes até conseguir lugar, e não foi exatamente da cidade que queríamos. A minha sugestão é esperar terminar a fusão entre a TAM e a LAN. Aí acho que vai ficar bem mais fácil.

Roteiro (Fonte: Google)
No fim das contas, o roteiro ficou assim (com links para os posts):

             - Zoológico de Luján
             - Mais passeios de Ushuaia
             - Big Ice

Os trajetos em rosa foram feitos de avião, e os em amarelo de ônibus. Compramos os trechos internos pela Lan (Buenos Aires - Ushuaia e Ushuaia - El Calafate), e as passagens de ônibus compramos na cidade mesmo um dia antes, foi tranquilo. Dá pra ir de Ushuaia a El Calafate de ônibus, mas são quase 900km e tem que pegar uma balsa para atravessar o Estreito de Magalhães, o que pode atrasar a viagem.

As estradas são muito bem conservadas, e os ônibus têm até calefação. Pra El Chaltén, o motorista até para pra umas fotinhas do Fitz Roy. :)

Próximo post... primeiro ímã: Buenos Aires !


Veja tudo sobre a Patagônia no Colecionando Ímãs em: Patagônia - Índice de Posts.




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