Martim já tem 6 meses e só agora consegui publicar um post novo no blog. E esse nem tem ímã porque nem conhecemos Miami, foi só pra fazer compras mesmo !
Mesmo se você não for viajar, vale a pena dar uma olhada neste post hein! Botei aqui as dicas que eu queria ter recebido antes de comprar tudo. E você também pode encontrar as coisas nas lojas aqui no Brasil, nos grupos de desapego ou até no Aliexpress.
Na verdade a nossa baby moon foi pra França, onde visitamos Paris, a Normandia e o Vale do Loire quando eu estava com 5 meses de gravidez (veja fotos no nosso Instagram!). Mas as passagens pra Europa estavam uma fortuna, aí conseguimos um preço muito melhor fazendo uma conexão nos Estados Unidos. Bom, já que íamos passar em Miami mesmo, porque não aproveitar pra comprar as coisas do baby que valessem a pena? Ficamos 2 dias e meio lá, foi uma loucura!
O marido ficou tenso achando que íamos voltar com 10 malas, mas fomos bem contidos. Eu não queria comprar aquele mundo de coisa e depois nem usar, sabe? Deixei as dúvidas pra comprar aqui se precisasse depois. Foram só duas malas de mão (as que levamos), uma média que compramos lá e a caixa do carrinho.
Como seria pouquíssimo tempo, compramos muita coisa na Amazon pra não ter que gastar tempo procurando em loja, e mandamos tudo pro Amazon Locker.
Leia também: Como receber compras pelo Amazon Locker
Deixamos pra comprar pessoalmente basicamente roupinhas e itens de alimentação, como copos, por exemplo, porque seria fácil de achar no Walmart. Coisa muito trambolho a gente nem trouxe, como cadeira de alimentação por exemplo (mas tem umas bem baratas lá!).
Eu peguei uma planilha pronta no Mamãe Plugada e fui adaptando. Como já existem milhões de blogs com planilhas, listas, preços e endereços de lojas, vou botar aqui a minha lista comentada de uma forma simples, só pra passar os macetes.
Faça a lista e peça pra suas amigas mães revisarem, elas vão te dizer o que não vale a pena ou até o que já têm pra te passar 😉
Bom, vamos a ela!
Roupinhas
Compramos roupinhas só até 12 meses, porque sempre se pode viajar de novo, certo? 😉 Por isso o foco foi a Carter’s.
Eu já tinha ganhado algumas de uma amiga, então descontei da lista de compras. O problema é que cada marca tem um tamanho diferente, considerei o tamanho da Carters como padrão e fui comparando. Tem roupa G que já não serve, pra ter uma ideia da confusão.
Outra dica interessante é considerar as estações do ano pras compras: pro inverno você compra mais roupinha de frio, pro calor menos. O que eu não considerei é que em Brasília o verão é chuvoso, então acaba fazendo um friozinho também. Tive que comprar mais macacões pra ele no fim do ano. E na época do calorão mesmo ele quase não usava roupinha, ficava só de fralda e a gente enrolava ele pra dormir.
Nos EUA a dica pra economizar nas roupinhas é passar no Walmart e no Target antes da Carter’s. Ambos tem linhas próprias produzidas pela própria Carter’s, porém os preços são melhores. Além de terem também outras marcas, como a Garanimals no Walmart e a Cat and Jack no Target, que são umas graças.
Macacão Garanimals, do Walmart, e agasalho Cat and Jack, da Target.
Pra não comprar repetido no outro dia, eu chegava no hotel e tirava foto das coisas que já tinha comprado. Só tem um detalhe de deixar a Carter’s pra depois: a cada 100 dólares gastos você ganha 10 de crédito pra gastar lá, mas eles só creditam 48 horas após a compra. Acabou não dando tempo de gastarmos nossos créditos, depois eu pedi pra uma amiga trazer porque vale pra roupas no site.
Eu me arrependi de não ter comprado roupinhas pela internet, porque gastei muito tempo escolhendo e no Walmart que fomos não tinha opções para vários tamanhos. Mas talvez se tivesse comprado antes ia acabar comprando mais pessoalmente, por não resistir à fofurice <3
Eu também comprei algumas na Babies’r’us, mas só pra completar. Nem deu tempo de olhar direito.
Não comprei sapato! Quem não anda não precisa, certo? Acho que por isso mesmo ganhei um monte!
Mais comentários na lista (as quantidades são para cada tamanho):
- 5 Body manga curta
- 3 Body manga longa (menos que os curtos por causa dos macacões)
- 4 Calças
- 5 Camisetas manga curta (a partir dos 9 meses)
- 2 Macacões manga longa pé fechado (bons pra dormir, mas saco de dormir é melhor!)
- 1 Macacão manga longa sem pé (não gostei tanto, ficam subindo, mas duram mais)
- 2 Macacões manga curta e short (romper)
- 1 Casaquinho (geralmente dá pra usar um só até os 6 meses)
- 1 Calça Jeans
- 3 Shorts, saias e bermudas
- 1 Chapéu /boné
- 1 Gorro (mais pra recém nascido, pois os agasalhos têm capuz)
- 5 Meias
- 2 Luvinhas (nem usamos! na maternidade botamos meias nas mãos dele porque a luva não parava)
Acharam pouca coisa? Mas dá, pois ele acaba usando dois tamanhos ao mesmo tempo. Ele tá usando o tamanho 6 meses, mas quando tá tudo sujo boto de 9, fica mais larguinho mas dá pra usar tranquilo. Acima dos 6 meses vale a pena comprar uns bodies a mais, porque com o início da alimentação suja e mancha muito mais!
Eu também comprei uma “roupinha de sair” para cada tamanho a partir dos 3 meses, alguma mais arrumadinha pra ir em alguma festinha, sei lá. Comprei só uma porque não são tantos eventos assim na minha vida, e acaba ganhando também.
Panos
Como bebê precisa de pano! É fralda de boca, fralda de ombro, lençol, cueiro, toalha… E usa muito mesmo.
Martim depois do primeiro banho na toalha da Koala Baby
Eu não trouxe quase nada de lá, porque ganhei quase tudo da cunhada. Trouxemos só:
- Toalhas com capuz 100% algodão (comprei da marca Koala Baby)
- Panos de boca (Koala Baby)
- Tela respirável para berço (Breathable Mesh Crib Liner): não comprei kit berço pelo risco de sufocamento, mas com 3 meses ele começou a enfiar o pé na grade, aí achamos essa solução interessante.
- Casulo Swaddleme P: eu ganhei um com zíper e vale a pena, ajuda o bebê a dormir melhor. Dá pra fazer com cueiro, mas quando ele cresce um pouco começa a se soltar do casulo! Até fita crepe a gente colocava, mas só o zíper adiantou 😊
- Saco de Dormir Carter’s: É um wearable blanket, isto é, um cobertor de vestir. Muito prático pra agasalhar a criança dormindo depois que não dá mais pra usar o casulinho, e não fica pano sobrando no berço. Acabei nem usando mais macacões depois que descobri ele!
Saco de dormir Carter’s
Não precisei comprar, mas acho que vale a pena também:
– Lençóis para berço
– Protetor de colchão
– Cueiros Carter’s (dizem que eles tem mantas elásticas que são ótimas pra fazer casulinho, mas nunca usei).
Mãe
Eu só trouxe os cremes porque não deu tempo de comprar o resto, mas vale a pena dar uma olhada nos outros itens.
- Calcinhas pós parto: calcinhas de cintura alta caso precise de uma cesárea.
- Pijama para amamentação
- Blusa/vestido para amamentação
- Sutiãs de amamentação
- Concha para seios Medela
- Bomba para tirar leite Medela (não usei)
- Pomada seio Lansinoh (só uma, rende muito)
- Creme para estrias Mustela (1 por mês da gestação)
- Protetor de seio em gel (Soothies gel pads for breast) – marca Lansinoh: compre 2 caixas, alivia muito a sensibilidade dos seios especialmente no início.
Acessórios e equipamentos
Cadeira de balanço Fischer Price e Canguru Infantino
- Babá eletrônica: ganhei, mas meu marido adora, vale a pena trazer! Se achar caro, também tem opção da câmera ip, que é bem mais barato e dá pra acompanhar pelo celular de onde você estiver. A diferença é que não tem sensor de presença.
- Espelho retrovisor para carro: é ótimo pra você ver a carinha dele enquanto ele fica virado de costas, e ainda serve pra ele se entreter com o amigo do espelho 😊
- Balanço Fisher Price Cradle Swing: compensa, ele fica se entretendo enquanto você consegue fazer almoço por exemplo. Mas procura usado, sempre tem gente desapegando nos grupos de mães 🙂
- Mochila com trocador: comprei a da Columbia, mas tem da Fischer Price também. Muito mais confortável que aquelas bolsas imensas e dá pra usar por muito tempo!
- Banheira inflável pra viagem
- Carrinho de bebê Doona: trouxe da França porque era mais barato, mas é um carrinho fantástico, porque é super compacto e você coloca direto no banco de trás do carro! Vou tentar escrever um post sobre ele para dar mais detalhes.
Carrinho Doona: aberto, para andar na rua, e fechado, para colocar no banco de trás do carro.
- Protetor para banco do carro ou base isofix: veja o que serve no seu carro. A base isofix é ótima, muito mais fácil pra colocar o bebê conforto, mas nem todo carro tem a preparação pra receber.
- Bebê conforto: a gente não trouxe porque o Doona já é um bebê conforto, mas não esqueça de verificar o modelo que você escolher.
- Acessórios carrinho sol e chuva: não comprei e me arrependi, super difícil de achar aqui!
- Protetor de sol para carro
- Almofada de cabeça: só usei quando ele era muito pequeno, não sei se é útil quando ele for maior.
- Almofada Trocador: trouxe de lá um com as bordinhas tortas, mas é um trambolho, melhor comprar aqui.
- Capa para trocador lavável: não gosto de deixar direto no plástico, parece que fica desconfortável pra ele. E é ruim improvisar com fralda, fica saindo do lugar.
- Adesivo quarto: comprei pra decorar o quarto, se você escolher decorar com adesivo vale a pena procurar.
- Canguru: eu ganhei um da marca Infantino da cunhada e gosto! Me recomendaram muito o Ergobaby.
- Wrap sling: eu comprei o meu no Brasil mesmo, e recomendo. Ele dorme que é uma beleza!
Farmacinha
Os cremes da Mustela eu trouxe da França, mas nos EUA compensa também.
- Creme para assadura Desitin creamy (azul) – Pote grande (dura uns 6 meses)
- Creme para assadura Desitin creamy (azul) – Bisnaga (pra deixar na mochila)
- Creme para assadura Desitin creamy (roxo) – assaduras graves
- Termômetro eletrônico (ver se tem em Celsius!)
- Kit higiene = pente, escova, tesoura para unhas, cortador de unha, aspirador nasal
- Protetor Solar de bebê Mustella ou LaRochePosay ou Avenne
- Sabonete Liquido p/ bebê Mustella ou Avenne
- Hidratante Corporal de bebê Mustella
- Pomada After Bite Kids: picada de insetos.
- Creme BabyRub: vick vaporub para bebê, não usei ainda.
- Remédio cólica Colic calm: eu trouxe mas não usei, mas todo mundo fala muito bem. Tem o ColiKids também, mas a pediatra não recomendou pois disse não haver estudos de impactos futuros desse medicamento.
- Boogie Wipes: esse foi dica da cunhada pros dias de nariz entupido, ainda não usei!
- Boogie Mist: tipo um Rinossoro, mas com um jato mais leve pro bebê.
Alimentação
Isso ocupa muito espaço na mala, mas aqui é tão caro que acho que vale a pena! Ainda não comecei a usar, mas assim que testar vou atualizando aqui.
- Babadores Tecido com plástico embaixo (comprei na Carter’s uns fofos, bons até para a amamentação)
- Babadores de silicone com porta comida
- Kit de treinamento Avent Cup to Bottle
- Conjunto copos com bico rígido
- Copo com válvula
- Colheres
- Tigelas para papinha
- Prato com ventosa (esse que eu comprei não presta!)
- Pote sem sujeira pra lanche
- Pote térmico para comida (foogo)
- Garrafinha térmica com canudo
- Babycook – é um processdador que cozinha a vapor, uma mão na roda. Trouxe da França porque lá é 220v, mas nos EUA acha também.
Mamadeiras e Chupetas
Eu queria mesmo era amamentar exclusivamente no peito até os 6 meses, mas não rolou. Hoje acho que eu traria as mamadeiras e venderia se não precisasse, porque aqui é uma fortuna! Se você achar que compensa trazer, segue a lista.
- Mamadeiras Avent ou Dr Brown (pequenas e grandes): A Avent tem o bico pétala que dizem se parecer mais com o seio materno, e a Dr Brown tem uma válvula para dar menos de gases no bebê, mas vaza se for pra levar na bolsa.
- Esterilizador de mamadeiras Avent: meio trambolhudo, mas facilita demais.
- Envelopes para esterilização Dr Brown: cabe apenas uma mamadeira por vez, mas pra viagem é bem mais prático. Dá pra usar cada um umas 20 vezes.
- Pote com divisórias para leite em pó.
- Chupetas Avent: eu ganhei de uma amiga e estou tentando não usar. Mas fica a dica se precisar.
Brinquedos
Tem várias coisas legais pra trazer de lá, mas quer saber? Só comprei um brinquedo pra ele e hoje ele tem um monte, tudo ganhado! Brinquedo ganha demais, não me arrependi de não ter trazido. Até hoje o que ele mais usou foi o ginásio da Chicco, se não for muito trambolho compensa. A girafinha Sophie também é um mordedor bem famoso, mas o Martim ainda não se entendeu muito com ela.
Só trouxe de lá o móbile pro berço, e foi super difícil de achar, melhor pedir na Amazon. Eu só achei o Tiny Love na Babies’r’us. Ele adora ver o movimento 🙂
Martim descobrindo o móbile da Tiny Love (o ginásio é o brinquedo pendurado na parede do berço), e com a girafinha Sophie
É coisa demais né! Mas usa tudo mesmo, pelo menos eu tô usando. Se faltar alguma coisa, por favor, avise nos comentários!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016Onde ficar em Las Vegas
Por que três hoteis diferentes? Pelo nosso roteiro, ficaríamos em Las Vegas nos últimos 4 dias da viagem. Porém, indo do Death Valley National Park para o Grand Canyon, pernoitamos em Vegas no hotel mais barato que encontramos sem avaliações horríveis. Além disso, decidimos voltar um dia antes do previsto no fim da viagem, e como o hotel que ficamos os últimos dias não tinha mais vaga, pegamos outro ali na hora. Leia também: Roteiro pelos Parques Americanos
Downtown Grand
O Downtown Grand foi o hotel que reservamos com antecedência, e ficamos 4 dias. ![]() Fachada do hotel. Fonte: divulgação. Apesar de todo mundo dizer que hotel em Las Vegas é super barato, eu dei um azar danado. Na semana que estaríamos lá, haveria um congresso de mídia com mais de 30 mil participantes! Com isso, não consegui nenhuma pechincha nos hoteis na Strip, a rua com os principais casinos. Então comecei a olhar os hoteis próximos à Freemont Street, o “centro histórico” de Vegas, onde ficam os cassinos mais antigos, e achei o Downtown Vegas, um hotel super novo e moderno por 55 dólares a diária. Vendo lá no post do Across the Universe como é fácil pegar ônibus em Vegas, decidimos ficar na Freemont mesmo, e usar o ônibus para visitar as atrações da Strip e ir aos Outlets. O hotel é realmente ótimo. As instalações são lindas, modernas, aconchegantes, o quarto também era amplo e muito limpo. As camas eram super confortáveis. O banheiro era tão grande que era até um pouco frio. Super limpo também. O wifi era ótimo e eles receberam uma encomenda da Amazon sem cobrar. Tinha piscina, mas nem fomos. Parecia sempre bem animada! Não tinha café da manhã, mas eles te serviam um cafezinho na recepção todo dia sem custo. Também ganhamos um cartão com créditos pra usar no cassino, mas nem curtimos muito! É tudo eletrônico agora, nem faz aquele barulhinho de moeda caindo 🙂 Por ser muito perto da Freemont Street, dá pra escutar a festança, mas nem nos atrapalhou. A festa lá é realmente animada, vale a pena conhecer. Os antigos cassinos cheios de neon na fachada estão lá. A rua é coberta com um super telão que é o máximo! Mas… aquela história de pegar ônibus acabou cansando. A Freemont Street é perto da Strip, o ônibus não demorava a passar, mas a viagem não rende porque a cidade é cheia de semáforo e tem um trânsito considerável. Contando a andadinha até o ponto, a espera do ônibus e a viagem, levávamos quase uma hora pra chegar à Strip. Acho que é mais negócio ficar nos hoteis da Strip se estiver sem carro (que eu continuo achando desnecessário), mesmo que seja pra pegar ônibus pra andar nela pra cima e pra baixo. Já pra ir pro Las Vegas Premium Outlet North o ônibus foi ótimo, chegamos em 15 minutos! Além do Downtown Grand, ficamos em outros dois hoteis por apenas uma noite, quando estávamos de passagem: Palace Station Hotel & Casino e Silver Sevens Hotel & Casino.
Palace Station Hotel and Casino
![]() Fachada do Palace. Fonte: http://static.panoramio.com/photos/original/10678714.jpg Ficamos apenas algumas horas no Palace Station Hotel, pois chegamos tarde e saímos cedo pra ir pro Grand Canyon. A canseira era tanta que esquecemos de tirar foto! Mas as impressões não foram boas: a recepção tinha uma fila imensa (acho que demorou mais de 40 minutos para nos atenderem), os atendentes eram antipáticos. O pior era o cheiro de cigarro: como a recepção do hotel era praticamente dentro do cassino, o cheiro tava impregnado em tudo. Ficamos em um quarto no térreo. Era simples, meio escuro, a limpeza não era muito nota 10. Dizem que os quartos da torre são melhores, mas como reservamos em cima da hora, não dava pra reclamar. Por 25 dólares a diária, foi até bonzinho, mas eu não me hospedaria de novo. Tanto, que na volta dos parques nacionais, ficamos no Silver Sevens.
Silver Sevens Hotel & Casino
Não é que o Silver Sevens seja ruim, é que ele tem aquela carinha de decadência. Assim como o Palace, a recepção é dentro do cassino, isto é, cheiro forte de cigarro de novo. E um povo estranho jogando, com cara de viciado, parecia que ficaram a noite toda fumando, bebendo e apertando o botãozinho do caça níqueis. Sei lá, era estranho. Será que você me entendem? A diária foi um pouco mais cara dessa vez, 40 dólares com café da manhã. O quarto era até bonzinho, limpo e com carinha de novo. O banheiro tinha a pia do lado de fora, que eu adoro, mas a banheira não era assim super limpa.
No café da manhã tivemos a mesma sensação de ser estranho. O buffet era grande, mas a comida não parecia muito “atualizada”, parecia estar lá há um tempo. ![]() Café da manhã. Fonte: divulgação. Bem, não me hospedaria de novo também. Afinal, onde ficar em Las Vegas?
Apesar de ter gostado do Downtown Grand, eu ficaria na Strip pra economizar o tempo de deslocamento de ônibus. Mesmo que seja no Stratosphere, que é um pouco mais afastado, mas que de ônibus até as atrações seria 5 minutos. Mas claro, separe uma noite para visitar a Freemont Street, é muito legal. Os cassinos de lá aceitam moedas, é muito mais divertido ganhar em uma máquina dessas, olha a cara da criança quando ouviu o barulho das moedas caindo! Os dois hoteis que hospedei ao redor da Strip também não foram bons. Me parece que os melhores são os que estão na avenida mesmo. E não se esqueça de procurar sua hospedagem por nossos links para o Booking.com! Pode ser no banner abaixo, ou no banner da barra a direita. Além de fazer a reserva em um site confiável, você ainda deixa uma comissão pra gente sem pagar nada a mais por isso !
quarta-feira, 6 de janeiro de 201625 Atrações grátis em Nova York
Decidimos então fazer uma viagem econômica, e só ir em atrações grátis. E acreditem: foram 5 dias cheios de passeios maravilhosos, gastando só o passe do metrô! As dicas de passagens aéreas, hospedagem, transporte, compras e alimentação econômicas já estão em um outro post: Leia também: Como economizar nos Estados Unidos Listo aqui todas as atrações pra você também criar coragem de encarar o dólar e visitar essa cidade incrível.
4 Museus Grátis
Eles não são exatamente de graça, mas o preço da bilheteria é só uma sugestão. Você paga o quanto quiser! E pra evitar o “constrangimento” de ser cobrado pelo funcionário, eu já entregava a nota de um dólar junto com o pedido de dois ingressos adultos. Tranquilo! Vários museus tem esse esquema de preço sugerido: – Metropolitan Museum of Art: um dos cinco melhores museus de arte do mundo, tive que voltar pela terceira vez. Tem um post que explica cada pedacinho! Leia também: Roteiro Magnético no Metropolitan Museum of Art ![]() A ala das armaduras do Met. – Museu Americano de História Natural: outro museu incrível, com destaque para a seção dos dinossauros. Também já contei todos os detalhes dele! Leia também: Roteiro Magnético no Museu Americano de História Natural – NY ![]() A incrível baleia do Museu de História Natural – The Cloisters: fica lá na ponta superior da ilha de Manhattan, e abriga o acervo de arte medieval do Met. O destaque é o prédio: foi construído na forma de um castelo medieval e obras como portais, afrescos e colunas foram instalados diretamente nas paredes, exatamente como estariam em seus locais de origem. Legal demais! Reparem na foto abaixo: todas as colunas são diferentes! Até os jardins foram montados como na Idade Média. O museu fica dentro do Fort Tryon Park, que também é super bonito. Você vai visitá-lo de todo jeito, pois tem que caminhar por ele do metrô até o museu.
– Brooklyn Museum: longinho, mas facilmente acessível por metrô, tem um acervo muito menor que o Met. Mas o museu é muito bem montado: há uma equipe de especialistas à disposição para perguntas pelo aplicativo do museu, o ask.me; na seção de arte egípcia, há uma revista com sugestões de brincadeiras para tornar a visita ao museu mais divertida para as crianças; a parte de arte decorativa, que eu geralmente não curto muito, é super legal, pois eles montaram a casa inteira dentro do museu! O acervo da seção de arte africana é bem legal também.
A casa da arte decorativa, arte africana e o guia da ala egípcia para as crianças. A arte contemporânea também tem espaço no Brooklyn Museum. ![]() Faile no Brooklyn Museum Tem um parque lindo ao redor, mas não deu tempo de visitarmos. Outro museu super importante é o MoMA, o Museu de Arte Moderna, que não é grátis. Mas… na sexta é! Entre 16h e 20h eles não cobram entrada. É claro que tem uma fila, mas vale a pena pois o acervo de arte moderna dele é maravilhoso. Já o Guggenheim também não é grátias e tem um acervo mais modesto, então só vale a pena se tiver alguma exposição temporária interessante. 4 Parques Grátis
Todos os parques de NYC são grátis e uma delicia de passeio, especialmente no verão. Alguns são só uma praça grandona, como o Bryant Park e o Washington Square Park, mas também são legais para um relax. ![]() O aconchegante Washington Square Park Dois são imperdíveis: o High Line e o Central Park. 3) High Line: foi construído sobre uma linha de ferrovia desativada, e fica mais legal a cada ano. Acabou de ser inaugurado mais um pedaço dele, e agora tem até por do sol. Falei mais dele no nosso roteiro por Nova York, parte 4. 4) Central Park: dispensa apresentações, né? Foi a primeira vez que o visitei de verdade, porque minhas viagens anteriores a NYC tinham sido no inverno, aí não tem tanta graça. Nas outras vezes foi só até o Strawberry Fields. O parque é imenso e maravilhoso, especialmente suas lagoas e a praça principal. Você pode combinar um museu de manhã e um parque a tarde, que tal? 🙂
3 Atrações do Brooklyn
Em um dia fomos ao Museu do Brooklyn, e no outro fizemos o roteiro sugerido pelo Riq Freire: atravessamos a Ponte do Brooklyn para apreciar a vista de Manhattan. Você pode atravessar a ponte a pé, ela é muito legal, ou ir de metrô como fizemos, pois já conhecíamos a ponte. É essa vista aqui. O máximo, né ? Depois fomos de metrô até o bairro de Williamsburg, o bairro descolado do momento. Galerias de arte, restaurantes, grafite, tem tudo lá. O problema foi que termos ido em plena segundona. Não tinha a famosa feirinha gastronômica, tinha um monte de restaurante fechado, tava tudo meio morto. Mas a arte de rua espalhada pelo bairro é realmente muito legal, e valeu a visita.
Ao lado desse painel do Kobra tinha um restaurante tailandês com pratos a 7 dólares no almoço. O ambiente é lindo, a comida estava ótima. Foi nossa refeição “chique” da viagem. 🙂 8 Marcos da Cidade Grátis
Você pode visitar a Central Station, a Biblioteca Pública, a Times Square, o Flatron Building, o boi de Wall Street, o Memorial do 11/9, o prédio da ONU …
![]() O touro de Wall Street, o Memorial 9 11 e a belíssima Central Station. …e até pegar um ferry para ver essa vista aí e passar pertinho da Estátua da Liberdade sem pagar nada. Nos posts com o roteiro de NYC eu conto melhor sobre cada atração. Roteiro Magnético de Nova York, parte 2: Midtown Mas tem uma atração que acho que vale a pena abrir a mão: subir em um mirante, seja o Empire State, o Rockfeller Center ou o One World. É caro, mas é muito legal ver a cidade de cima. Não visitei o One World pelas nossas restrições orçamentárias, mas entre os outros dois prefiro o Rockfeller Center. 6 Bairros
Em NYC até andar na rua é interessante. Tanta coisa diferente, tanta vitrine legal, tanto prédio bonito. Se você já conhece os pontos principais, aventure-se nas esquinas da cidade! Um dos lugares que vale a pena o passeio é a Quinta Avenida e suas lojas luxuosas. Só pra ver a vitrine, lembre-se! É lá que fica aquela famosa loja da Apple com o cubo de vidro na frente.
As vitrines da Louis Vuitton da Quinta Avenida. Não fomos desta vez, mas você pode dar um pulinho na China passeando pela confusão de Chinatown, e na Itália em Little Italy. Confesso que achei Little Italy um programa bem pega turista, mas Chinatown é até interessante.
Também fizemos o roteiro pelo Chelsea, Meatpacking e West Village que o Riq Freire sugeriu. Legal sentir o clima da cidade 🙂 Viu? Uma semana é pouquíssimo pra essa cidade incrível, mesmo sem muita grana. Se você tiver mais dias de férias, pode esticar pra Washington DC, que também é cheia de programas maravilhosos e, o mais importante: grátis! Leia também: Roteiro de Bike em Washington DC
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