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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Rio Grande do Sul: Índice de Posts

Nosso foco ao visitar o Rio Grande do Sul foram as vinícolas de Bento Gonçalves. Passamos uma semana nas terras gaúchas, e além dos vinhos de Bento também visitamos os cânions de Cambará do Sul, Gramado e Canela.

Foi 1 noite em Cambará do Sul, 3 em Bento Gonçalves e 2 em Gramado, além de pernoites em Porto Alegre pertinho do aeroporto nos dias de chegada e saída, por causa dos horários dos voos.

Veja todos os posts que publicamos e prepare a sua viagem também!

Onde ficar?

Bento GonçalvesGramado
super8bento_fachada
Hotel barato no Vale dos Vinhedos: Super 8Pousada Aardvark Inn

Cânions

canion_fortaleza

Cânions do Rio Grande do Sul

 

 

 

 

 

Bento Gonçalves

cantina_strapazoni-smallbarcarolla
Os Caminhos de Pedra4 vinícolas no Vale dos Vinhedos
6 vinícolas fora do Vale dos VinhedosVinícola Salton
marco_luidi_cavedonguerino_carro
Vinícola Marco Luigi Don Guerino: a vinícola depois da pizza

Gramado e Canela

Enquanto Bento Gonçalves é um programa pra adultos, pois as visitas às vinícolas não sáo tão interessante para as crianças, Gramado e Canela têm o foco nos pequenos. Como não temos filhos, separamos apenas dois dias pra lá para conhecer as atrações principais: um dia pra Gramado, com a igreja de pedra e o Lago Negro; e um dia pra Canela, visitando o Parque do Caracol.

Mas deixo aqui o link pra um post da Silvia, do Matraqueando, onde descobri o maravilhoso restaurante Magnólia, em Canela. Vale a visita!

Magnólia: o restaurante retrô mais incrível da Serra Gaúcha

Porto Alegre

Nesta viagem não visitamos Porto Alegre, mas passeamos bastante por lá no #Tchencontro, um encontro de blogueiros de viagem. Confira nosso roteiro!

Um  passeio gaúcho no #Tchêncontro !

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terça-feira, 15 de novembro de 2016

Hotel barato no Vale dos Vinhedos: Super 8

ima_poa_peqComo nosso objetivo em Bento Gonçalves era beber o máximo de vinho possível, e estaríamos de carro alugado para facilitar nosso giro pelo estado, escolher hotel em Bento foi uma preocupação. Como ir pras vinícolas?

Procuramos hotel então dentro do Vale dos Vinhedos, mas a maioria é super luxuoso e, obviamente, caro. Encontramos então o recém inaugurado Super 8, que fica no início do Vale, na beira da estrada. Barato e ótimo!

super8bento_fachada

O hotelzinho de beira de estrada é até bom! Fonte: Booking.com.

Localização

Pra visitar as vinícolas do Vale dos Vinhedos é uma ótima opção. Ele é no comecinho do Vale, no início da sua estradinha. Nós fomos de carro, parando em cada portinha para conhecer os produtos.

Leia também: 4 vinícolas no Vale dos Vinhedos

Além do Vale dos Vinhedos, as demais atrações de Bento Gonçalves também são rurais, então ficar perto da estrada facilita a vida. No Super 8 é só pegar a estrada em frente pra seguir pros vários roteiros da cidade, como os Caminhos de Pedra.

Leia também: Os Caminhos de Pedra em Bento Gonçalves

Instalações

Ficamos lá três noites, o quarto era pequeno mas confortável. A cama e os travesseiros eram ótimos, e o aquecedor funcionava direitinho (é daqueles ar condicionados que resfriam ou aquecem, então deve servir no verão também).

super8bento_quarto

Caminhas, travesseiros e cobertores de qualidade.

O quarto tinha tudo que precisávamos: tv, cofre, frigobar.  O banheiro era grande e temático 🙂

super8bento_cofre super8bento_banheiro

super8bento_tv

Os detalhes do quarto do Super8.

Falando em frigobar, ele foi bem importante! No dia que chegamos, fomos jantar na Pizza entre Vinhos, uma pizzaria maravilhosa do Vale dos Vinhedos (não percam!). Mas como a pizza lá era grande, trouxemos o que sobrou pra guardar no frigobar e comer no outro dia.

Leia também: Don Guerino: a vinícola depois da pizza

E não comemos pizza fria! No térreo tem microondas, pratos e talheres descartáveis (eles vendem pratos congelados). No dia seguinte descemos lá e saboreamos a pizza, nas grandes mesas onde também é servido o café da manhã.

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A vendinha do térreo e os microondas pra você esquentar sua pizza. 🙂


O café da manhã é bom, com boa variedade, mas é bem cheio, pois o hotel é grande. Acorde mais cedo um pouquinho pra não comer com pressa.

O estacionamento é aberto, em frente ao hotel. É seguro mas não é grande, em um dos dias que estávamos lá ele ficou lotado. Acho que teria que parar em uma das ruas do bairro próximo se não couber.

O único problema do hotel são as paredes dos quartos, muito finas, então dava pra ouvir barulhos vindos dos outros quartos. Mas ainda assim eu super recomendo, pelo preço e pela localização pertinho do Vale. Como ainda há muitas vinícolas que quero conhecer, com certeza vou optar novamente pelo Super 8 na minha próxima visita ao Vale. 🙂

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domingo, 9 de outubro de 2016

Visitando a vinícola Marco Luigi

ima_poa_peqHá tantas vinícolas em Bento Gonçalves que é até difícil escolher qual visitar. Mas sugiro que você não deixe de incluir a Marco Luigi no roteiro! Como essa foi nossa vinícola preferida lá, decidi escrever um post só pra ela pra contar todos os detalhes.

Leia também: 4 vinícolas no Vale dos Vinhedos

Ela fica lá no alto do Vale dos Vinhedos. O Centro de visitantes tem uma arquitetura super interessante, incluindo um restaurante e um salão para eventos, dentro dos vinhedos.

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O Centro de Visitantes da Marco Luigi

A visita guiada custa 10 reais e começa no próprio centro de visitantes, com a história da família contada pelas fotos que decoram o local. O guia então nos leva para o galpão de armazenagem, nos fundos do centro, onde primeiramente conhecemos os grandes tanques de inox. Após a a uva ser espremida, este “suco” é armazenado neste tanques por alguns meses, durante a fermentação dos vinhos e espumantes.

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Os tanques de fermentação.

Depois de alguns meses de fermentação, os vinhos vão para barris de carvalho e os espumantes, pras garrafas, pra envelhecerem. Esses armazéns geralmente são construídos no subsolo, pra manter a temperatura baixa. O da Marco Luigi foi o mais legal de todos: uma das paredes da sala é um rochedo imenso! Muito louco, né? O guia explicou que eles foram escavar o terreno para fazer o local de armazenamento no subsolo, e quando encontraram esse pedrão resolveram deixar ele lá mesmo. Até ajuda a ficar friozinho. 

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O pedrão que guarda os barris.

Após o período de envelhecimento no barril, o vinho é engarrafado, e alguns ainda ficam mais um tempinho envelhecendo. As garrafas também ficam armazenadas no subsolo, longe da luz, calor e umidade, até serem comercializadas.

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O estoque da vinícola.

A visita termina com a degustação dos vários produtos, que vão sendo descritos pelo enólogo. Acho que foram uns 6 no total. Tava tudo tão bom que saímos de lá com 3 garrafas! O Cabernet Sauvignon foi nosso preferido, bem mais leve que os Cabernets em geral.

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A degustação na Marco Luigi

Mesmo já tendo visitado várias vinícolas e conhecido as etapas da produção do vinho e do espumante, achamos que valeu muito a pena a visita à Marco Luigi. A visita é rápida, e as instalações da vinícola são tão interessantes que nem ficou tão repetitivo. E a degustação… dá até água na boca de lembrar.

Agradeço imensamente a Fran do Viagens que Sonhamos pela dica! Veja lá no post dela o que ela falou sobre a Marco Luigi.

E aí, deu vontade de conhecer a vinícola? Quando estiver por lá, pode trazer mais umas cinco garrafas pra mim, por favor? 🙂

Veja tudo sobre o Rio Grande do Sul no Colecionando Ímãs

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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

4 vinícolas no Vale dos Vinhedos

ima_poa_peqOs vinhos foram as estrelas da nossa viagem pro Rio Grande do Sul, e por isso as vinícolas no Vale dos Vinhedos foram um dos pontos altos da viagem. Trouxemos 12 (!) garrafas na bagagem! Ao invés de ímãs, nesta viagem trouxemos vinhos como souvenir. 🙂

Como pegamos apenas um dia de sol em Bento Gonçalves, dividimos o dia para o roteiro Caminhos de Pedra pela manhã (link pro post aí embaixo), e para o Vale dos Vinhedos a tarde. Ficou corrido e daí só deu tempo pra 4 vinícolas. Bom motivo pra voltar: conhecer as outras 25!

Leia também: Os Caminhos de Pedra em Bento Gonçalves

No Vale, as que visitamos foram:

Miolo

miolo

A Miolo é uma das maiores vinícolas brasileiras, mas acabamos nem visitando a fábrica. Nossa curiosidade por lá era outra: conhecer o Wine Garden! Nos finais de semana com tempo bom eles estacionam um food truck no gramado na vinícola, e aí a gente fica ali aproveitando o dia, o sol, as comidinhas, um vinhozinho ou espumante. Um charme!

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O Wine Garden tem os vinhedos como pano de fundo. No verão deve ser mais lindo ainda!

Você pode escolher entre mesinhas e sentar em almofadas, e ficar ali de boa. Tem até parquinho pra criançada aproveitar também.

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O conforto e charme do Wine Garden da Miolo. 


Quem me deu essa super dica foi a Fran, do Viagens que Sonhamos, que também tem um post sobre o Wine Garden.

A Miolo tem vários tipos de visitação, que você pode conferir no site deles. Não fizemos nenhuma, só demos uma passada na loja para levar um souvenir 🙂 . Lá na loja não tem degustação.

Barcarolla

barcarolla

A Paula, do Mochilinha Gaúcha, me recomendou “parar na Barcarolla pra bater um papo com o enólogo”. Então, estacionamos logo no belo casarão de madeira, e o enólogo estava mesmo lá, pronto para uma conversa.

Nos explicou sobre as uvas, sobre como armazenar o vinho, como harmonizar. A degustação de dois rótulos é grátis, mais que isso eles pedem pra levar uma garrafa. Como não atender a este pedido tão elegante? 🙂 Trouxemos um Merlot 2012.

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Os produtos expostos na loja de pedra, no subsolo do casarão.

Mais informações e vendas no site da Barcarolla: http://www.vinicolabarcarola.com.br/

Leia também no Mochilinha: Vinícola Barcarolla Butique, a do coração!

 

Marco Luigi

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Olha que charme o espaço de armazenamento dos vinhos!

A Marco Luigi é maravilhosa! Foi nossa preferida. Gostamos tanto que escrevi um post só pra ela! Passa lá pra ver os detalhes da visita.

Leia também: Visitando a vinícola Marco Luigi

Casa Valduga

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No fim do dia demos uma passadinha rápida na loja da Casa Valduga, pois as visitas já estavam encerradas. Esta vinícola tem um projeto de ecoturismo bem interessante, inclusive tem 4 hotéis dentro da vinícola. Mais informações aqui.

O balcão de degustação fica dentro da loja, é só chegar lá e escolher algum que o enólogo te serve. Experimentamos alguns rótulos e trouxemos um, claro!

casa_valduga_loja

A loja da vinícola.

infelizmente o dia terminou e não pudemos continuar as visitas… Mas ainda demos uma paradinha no restaurante Jardim Leopoldina, para fazer um lanchinho e curtir o fim de tarde. É um lugar lindo, com um grande jardim ao redor do casarão de madeira. Além do cardápio do restaurante, dizem que os sorvetes também são excelentes! Vale a pena uma paradinha.

jardim_leopoldina

O lindo casarão do Jardim Leopoldina.

E você, conhece o Vale dos Vinhedos? Recomenda alguma vinícola? Recomende nos comentários, os leitores e a blogueira agradecem!

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domingo, 2 de outubro de 2016

Os Caminhos de Pedra em Bento Gonçalves

ima_poa_peqEm julho deste ano estivemos no Rio Grande do Sul, especificamente pra tomar muito vinho bom! Por isso ficamos 3 noites em Bento Gonçalves, e nosso roteiro preferido na cidade foram os Caminhos de Pedra. Estive lá no Tchencontro, como contei aqui, e agora levei o Gui pra conhecer cada cantinho.

Leia também: Um passeio gaúcho no Tchencontro!

Esse pedacinho da cidade conta a história dos imigrantes italianos na região, que construíram suas casas com as pedras que encontraram por ali mesmo, assim que chegaram da Itália em 1875. Algumas destas casas de pedra ainda estão preservadas e podem ser visitadas.

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Restaurante Nona Ludia, uma das casas de pedra originais.

É uma delícia de passeio: dá pra sentir o orgulho que os habitantes sentem pela história de seus antepassados, daquele lugar, e a satisfação de mostrar esta cultura para os visitantes. Eles estão super preparados pra receber todo mundo, não precisa ligar nem marcar horário. Fomos com nosso carrinho alugado e fomos parando, tentando fugir dos ônibus de excursão vindos de Gramado.

Como só pegamos um dia de sol em Bento, decidimos passar só a manhã nos Caminhos de Pedra, e seguir para o Vale dos Vinhedos a tarde. Mas como eu já estive lá 2 vezes, deixo dicas pra você passar o dia todo nessas muitas atrações.

Veja nosso roteiro passo a passo!

Casa do Tomate

Começamos nossa visita pela Casa do Tomate, que além da degustação de vários produtos de tomate (óbvio!), possui um pequeno painel que conta a história da região, apresentado com carinho para os visitantes pela equipe. É legal começar por lá, pra se orientar melhor no resto do passeio.

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A linda Casa do Tomate, seus produtos e mini museu.


Cantina Strapazonni

A segunda parada foi ainda mais especial. A Cantina Strapazonni é uma das poucas casas de pedra originais ainda preservadas, e por isso, já foi até cenário de filme.

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A única casa de pedra totalmente original

A visita custou 5 reais, e fomos recebidos por um membro da família que contou toda a história da imigração da família para o Brasil, da casa, da gravação do filme, da produção dos vinhos. Pra arrematar tanto carinho, somos convidados a degustar todos os produtos: vinhos, sucos, queijos e salames. Impossível não sair de lá com a mala cheia de história e de produtos deles.

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O Sr. Strapazzoni conta a história da chegada da sua família ao Brasil enquanto nos oferece os produtos da casa.

Casas Temáticas

Lá nos Caminhos de Pedra tem casa de tudo quanto é coisa: de erva mate, da tecelagem, do artesanato, da ovelha, do tomate, etc. São todas muito interessantes, onde você pode conhecer os fazeres manuais de antigamente que nos encantam até hoje. Claro que sempre tem a lojinha pra gente trazer uma lembrança 🙂

Seguimos para a Casa da Erva Mate, uma das maiores atrações do roteiro, pra conhecer a produção artesanal da erva do tão gaúcho chimarrão. Foi a terceira vez que visitei, e sempre acho muito legal ver os equipamentos centenários funcionando pela força da roda d’água. Neste mundo de smartphones, é engenharia pura 🙂

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A água corre para girar a roda d’água, que movimenta os moedores da erva. 


Logo em frente à Casa da Erva Mate está a Casa das Cucas, aqueles bolos lindos típicos do sul. Boa parada para um café, mas como os bolos estavam muito grandes, deixamos pra experimentar em uma próxima oportunidade.

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Casa das Cucas

Também paramos na Casa da Tecelagem, onde você pode conhecer os teares manuais, e na vizinha Casa do Artesanato, um casarão lindo de madeira de três andares. Você pode explorar cada cantinho do casarão, no segundo piso tem até um pequeno museu sobre a história da família, com as ferramentas utilizadas para o trabalho no campo antigamente.

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Os teares da Casa da Tecelagem. Pena que não estavam funcionando!

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A linda Casa do Artesanato, onde você pode explorar o casarão de madeira.

Desta vez não fomos, mas outro ponto interessante é a Casa da Ovelha, que visitei durante o Tchencontro, o encontro de blogueiros de viagem que contei aqui.

Você pode degustar os produtos de ovelha que eles oferecem (os queijos e iogurtes são divinos!), e conhecer os cachorros pastores, as ovelhinhas filhotes. As crianças adoram! Mas é um passeio mais demorado, como ainda queríamos passar no Vale dos Vinhedos a tarde, não fomos desta vez.

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A Casa da Ovelha

Almoço

Não almoçamos por lá desta vez, mas no Tchencontro o almoço foi na Casa de Ângelo. Mesmo se não for comer, pare pelo menos pra fotografar, é uma das casas de pedra originais.

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A linda Casa de Ângelo

arvorde_cavernaNo ótimo blog Café Viagem a Alê conta sobre outros restaurantes do caminho, o Nona Ludia e o Casa Vanni.

O Nona Ludia também é um ponto histórico muito importante. Além do casarão de pedra ser original, a imensa árvore que fica no seu estacionamento também faz parte da história da imigração italiana. Com suas raízes formando uma caverna, serviu de abrigo às famílias italianas enquanto construíam suas casas de pedra. Dá pra ver até hoje onde o pessoal dormiu.

Ainda tem muito mais no caminho pra você conhecer. Se sobrar tempo no seu dia, você ainda pode dar uma esticadinha pra conhecer as vinícolas de Pinto Bandeira.

Dá uma olhada também no site da Secretaria de Turismo de Bento. A comunidade e a prefeitura trabalharam juntos pra montar vários roteiros lindos como o Caminhos de Pedra. Passe lá no site deles pra ver os outros.

E você, tem dicas sobre algum outro ponto dos Caminhos de Pedra? Mande nos comentários!

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