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terça-feira, 15 de novembro de 2016

Hotel barato no Vale dos Vinhedos: Super 8

ima_poa_peqComo nosso objetivo em Bento Gonçalves era beber o máximo de vinho possível, e estaríamos de carro alugado para facilitar nosso giro pelo estado, escolher hotel em Bento foi uma preocupação. Como ir pras vinícolas?

Procuramos hotel então dentro do Vale dos Vinhedos, mas a maioria é super luxuoso e, obviamente, caro. Encontramos então o recém inaugurado Super 8, que fica no início do Vale, na beira da estrada. Barato e ótimo!

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O hotelzinho de beira de estrada é até bom! Fonte: Booking.com.

Localização

Pra visitar as vinícolas do Vale dos Vinhedos é uma ótima opção. Ele é no comecinho do Vale, no início da sua estradinha. Nós fomos de carro, parando em cada portinha para conhecer os produtos.

Leia também: 4 vinícolas no Vale dos Vinhedos

Além do Vale dos Vinhedos, as demais atrações de Bento Gonçalves também são rurais, então ficar perto da estrada facilita a vida. No Super 8 é só pegar a estrada em frente pra seguir pros vários roteiros da cidade, como os Caminhos de Pedra.

Leia também: Os Caminhos de Pedra em Bento Gonçalves

Instalações

Ficamos lá três noites, o quarto era pequeno mas confortável. A cama e os travesseiros eram ótimos, e o aquecedor funcionava direitinho (é daqueles ar condicionados que resfriam ou aquecem, então deve servir no verão também).

super8bento_quarto

Caminhas, travesseiros e cobertores de qualidade.

O quarto tinha tudo que precisávamos: tv, cofre, frigobar.  O banheiro era grande e temático 🙂

super8bento_cofre super8bento_banheiro

super8bento_tv

Os detalhes do quarto do Super8.

Falando em frigobar, ele foi bem importante! No dia que chegamos, fomos jantar na Pizza entre Vinhos, uma pizzaria maravilhosa do Vale dos Vinhedos (não percam!). Mas como a pizza lá era grande, trouxemos o que sobrou pra guardar no frigobar e comer no outro dia.

Leia também: Don Guerino: a vinícola depois da pizza

E não comemos pizza fria! No térreo tem microondas, pratos e talheres descartáveis (eles vendem pratos congelados). No dia seguinte descemos lá e saboreamos a pizza, nas grandes mesas onde também é servido o café da manhã.

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A vendinha do térreo e os microondas pra você esquentar sua pizza. 🙂


O café da manhã é bom, com boa variedade, mas é bem cheio, pois o hotel é grande. Acorde mais cedo um pouquinho pra não comer com pressa.

O estacionamento é aberto, em frente ao hotel. É seguro mas não é grande, em um dos dias que estávamos lá ele ficou lotado. Acho que teria que parar em uma das ruas do bairro próximo se não couber.

O único problema do hotel são as paredes dos quartos, muito finas, então dava pra ouvir barulhos vindos dos outros quartos. Mas ainda assim eu super recomendo, pelo preço e pela localização pertinho do Vale. Como ainda há muitas vinícolas que quero conhecer, com certeza vou optar novamente pelo Super 8 na minha próxima visita ao Vale. 🙂

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sábado, 23 de julho de 2016

Onde ficar em Tóquio: Hotel Keihan Asakusa

ima_toquioPrepare-se para abrir a carteira, Tóquio é a cidade mais cara do Japão. Por ser uma das cidades com maior densidade populacional do mundo, o metro quadrado em Tóquio é super caro, o que faz as diárias serem uma fortuna. Foi o hotel mais caro que nos hospedamos durante toda nossa viagem ao Japão. O.O

Se você quer economizar, reserve com muita antecedência (eu reservei 2 meses antes e não foi suficiente!), como contei no post das dicas de economia.

Leia também: 10 Dicas para Economizar no Japão

Em qual bairro ficar

Além do preço, outro fator que dificulta bastante a escolha do hotel em Tóquio é a localização. Como a cidade é muito imensa, as atrações estão espalhadas em vários bairros, então não tem como se hospedar em um lugar que seja “perto de tudo”. Tente se hospedar em um dos bairros próximos de alguma atração (em breve publico o roteiro!), como Shinjuku, Shibuya, Ginza, Akihabara, Asakusa ou Roppongi Hills.

Shinjuku, Shibuya e Akihabara são bairros mais agitados. Ginza e Roppongi Hills, mais nobres, e Asakusa mais antigo e tranquilo.

shinjuku

Quando eu digo agitação, é isso! Cenas de Shinjuku.

Foi em Asakusa que nos hospedamos, e gostamos muito! A tranquilidade funcionava pra descansarmos um pouco a cabeça daquela agitação toda que encontrávamos nos outros bairros.

asakusa

E essa, a tranquilidade de Asakusa. Sim, os engravatados japoneses vão ao trabalho de bike. A máscara eles usam se estiverem com alguma gripezinha, pra não passar pros outros.

Apesar de tranquilo, Asakusa tem muitas opções de restaurantes, mercados, lojas, e é pertinho de atrações imperdíveis como o templo Senso-ji e o Parque Ueno. Não deixe de conhecer a super loja Don Quijote, tem de tudo!

Onde ficamos

Nos hospedamos no Hotel Keihan Asakusa. O quarto era minúsculo, mas tinha tudo que precisávamos: a cama era boa, os travesseiros também, o cobertor era maravilhoso! Super macio. E adoramos o costume de deixar um kimono para usarmos enquanto estivermos no hotel. Vista seu kimoninho e relaxe.

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Olha os kimonos dobradinhos em cima da cama <3

O quarto também tinha TV, frigobar, máquina para esquentar água e chá verde a vontade. Sim, você vai aprender a gostar de chá verde por lá.

Tinha uma máquina de passar calça também, como a da foto abaixo! Era uma chapinha gigante, que você bota a roupa lá e ela sai passadinha. Show, né?

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A TV que só passava programa em japonês, e a máquina de passar calça que tinha lá. 


Mas o mais legal dos hoteis no Japão é sempre o banheiro!

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O banheiro é minúsculo (acho que em quase todos os hoteis era assim!), mas é todo equipado. Além dos produtos de ótima qualidade (xampu e sabonetes), tem escova de dente, pente, lâmina de barbear, secador de cabelo. Mas o melhor mesmo é a tampa do vaso sanitário high tech! Só não trouxe uma na mala porque no meu banheiro não tem tomada perto do vaso (e também porque custava uns 1000 reais!).

Nada de mirar o chuveirinho: a tampa do vaso tem várias opções de jatos d’água para a sua higiene pessoal. E acredite, são certeiros! 🙂

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Você pode escolher a força do jato, se quer esquentar o assento e também se quer um perfuminho ao final.

Apesar de ficar em uma grande avenida, ela não era tão movimentada assim, então o quarto era bem silencioso. A equipe do hotel também era super atenciosa e simpática, como todos os japoneses! Mantiveram nossa reserva apesar de chegarmos um dia depois por causa da confusão no vôo de ida, mas não perdoaram o valor da diária. Bom, combinado é combinado né, não dá pra reclamar disso.

Leia também: Viajando com a Ethiopian Airlines: perrengue a caminho do Japão!

O café da manhã não estava incluído na diária, e custava uns 30 reais por pessoa. Preferimos tomar café no Mc Donalds que tinha pertinho. Também tem um supermercado bem em frente chamado Life, se você quiser comprar as coisas pra deixar no frigobar e comer no quarto. Mesmo que não queira comprar nada, passe no mercado pra conhecer, duvido que já esteve em um supermercado prédio 🙂

Falando em prédio, não precisa ficar tenso por causa de terremoto. O quarto (no 9 andar) tinha um manual explicativo sobre os terremotos que dizia para ficar no quarto caso começasse algum, pois o prédio era preparado pra isso, não ia cair. É mais seguro que sair pra rua e levar uns vidros quebrados na cabeça.

Bom, se você tá indo pro Japão, é porque já superou o medo de terremoto, né? 🙂

Sobre o metrô, quando reservei vi que tinha uma estação bem em frente, mas ela não nos serviu pra muita coisa. O metrô de Tóquio é um pouco confuso, são várias linhas de várias empresas diferentes, que não são interligadas entre si. Esta estação que passava em frente ao hotel, por exemplo, era uma linha que levava a bairros do subúrbio, então não teve muita serventia pra gente. O jeito é traçar no Google Maps e pegar as linhas que ele indicar, como expliquei aqui, e assim a estação que mais usamos ficava a umas 3 quadras de distância. Mas andar em Tóquio é tão divertido e seguro que a gente nem achou ruim.

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terça-feira, 1 de março de 2016

Onde ficar em San Andrés

ima_sanandresHospedagem em San Andrés é um negócio complicado. Ou é caro, ou não tem chuveiro quente (energia elétrica lá é muito caro). Escolhemos opções mais econômicas, mas a água quente realmente fez falta nos dois hoteis. Essa história de “lá é tão quente que não precisa” é lorota, eu tomava banho xingando todos os dias!

Queríamos um hotel mais central, mas como o Hostel El Viajero não tinha vaga pra todos os dias, nos primeiros dias ficamos na Posada Colors of the Sea.

<as resenhas foram originalmente publicadas pelo Gui no TripAdvisor e adaptadas pro blog>

Posada Turística Colors of the Sea

 

colors_of_the_sea

Fachada! Fonte: Booking.com

A Posada Colors of the Sea está situada a cerca de 15 minutos de caminhada do centro comercial da cidade. É uma casa grande, e os proprietários moram no andar superior.

Ficamos em uma suíte com uma cama de casal e uma beliche, há várias opções de quartos (alguns bem grandes!). A cama era confortável, a limpeza era ótima, mas o blackout na cortina fez falta. O frigobar tava cheio de cervejas, sucos, refrigerantes e os preços não eram abusivos. O ar condicionado era novo e funcionava muito bem. Infelizmente o sinal da Internet Wi-fi estava muito fraco na nossa suíte, então tínhamos que sair do quarto para usar.

colors_of_the_sea_quarto

Foto aérea do nosso quarto 😀

colors_of_the_sea_frigobar colors_of_the_sea_banheiro

Não tem café da manhã, mas você pode comprar o que precisa em um mercadinho próximo e usar a cozinha da Pousada. O café da manhã é em uma mesona coletiva, igual a da Pousada da Maga em Noronha, bem legal pra bater papo com os outros hóspedes,.

Mas o melhor da Pousada era o atendimento. O Sr. Gonzalo, proprietário, é uma pessoa muito boa, de uma simpatia sem igual, sempre disposto a ajudar. Até me mandou WhatsApp antes de irmos para confirmar a reserva, e conseguiu um quarto pra mim quando eu percebi que tinha feito a reserva com um dia a menos (tóim!). Foi até na pizzaria buscar pizza pra gente! Ele mesmo pode agendar passeios, aluguel de carros e taxistas. Ele e os demais hóspedes deixaram uma ótima impressão do povo colombiano…

…até o momento. Porque no meio da viagem nos mudamos para o…

 

El Viajero San Andres Hostel & Suites

 

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O predinho do El Viajero! Fonte: Booking.com

Fomos a pé pro novo hotel, tensos porque tinham acabado de chegar uns gringos na Posada Colors of the Sea que tinham fugido do El Viajero. E a primeira impressão foi mesmo péssima: não acharam nossa reserva, nos disseram que não conheciam o site de reserva, nos deixaram meio que de lado no balcão até que mostramos o email com a confirmação. Após 40 minutos de espera eles viram que a reserva existia, mas alguém tinha cadastrado no sistema deles pro mês seguinte! Demoraram, mas assumiram o erro. No entanto, se o quarto apareceu, é porque estava livre, pra que deixar um cliente esperando por tanto tempo?

E tudo isso com aquela cara de má vontade horrível. Imagina o arrependimento quando eu lembrava da simpatia do Sr. Gonzalo! E o pior foi que constatei nos outros dias que todos os funcionários têm a mesma cara de quem chupou limão. Pra falar a verdade, muitos nativos de San Andrés não são nada simpáticos, constatamos esta cara outras vezes… Morando num lugar lindo desses, não dá pra entender, né?

Fora o atendimento, o resto foi tranquilo. A localização é boa, dá pra ir andando pras praias urbanas e pros melhores restaurantes em um 5 minutos. O quarto era espaçoso, limpo e confortável, tinha até TV a cabo. O aparelho de ar condicionado split era novo e gelava bem.

el_viajero_quarto

el_viajero_tv el_viajero_banheiro

O hostel é bem bonitinho, todo decorado com o tema de navegação. No primeiro andar tem uma cozinha coletiva com várias mesinhas. O café da manhã é servido no terraço, e tem bolo, pão, iogurte, leite, café, sucrilhos, salgados. Começa um pouco tarde, as 8h, o que pode atrapalhar algum passeio.

No terraço também rola umas festas, o que pode atrapalhar o sono as vezes… Hostel é isso né! Mas meia noite acaba, é de boa.

Ah! Além do atendimento, a internet é muito ruim também. Só dá pra acessar com muita paciência e nos horários em que a maioria dos hóspedes estiver fora ou dormindo.

el_viajero

Os computadores disponíveis pra acessar a internet que não funciona. Servem pra fazer backup das fotos pelo menos.

 

E agora?

 

É, hotel em San Andrés é difícil mesmo. Opções com água quente custam o dobro, sempre se certifique sobre isso na descrição do hotel. Os dois que ficamos têm esse problema grave (pra mim pelo menos).

Entre os dois? Difícil também, os dois têm pontos bons e ruins. A localização do El Viajero é ótima, o quarto era bom, tinha café, mas o atendimento era tão ruim que dava vontade de voltar correndo pra Posada Colors of the Sea. Não tivemos problemas com bed bugs, mas tem muita gente reclamando no Booking sobre isso nos quartos coletivos. Tenso, né!

Acho que os bed bugs desempatam pra Posada Colors of the Sea. Ela é mais distante, mas se você for animado de andar é de boa, e o táxi pra lá também não é caro (a noite evitamos voltar andando pela segurança, San Andrés não é Noronha). Os probleminhas são compensados pela maravilhosa hospitalidade. É como ir pra casa daquele tio querido, a gente releva pra ficar perto de alguém especial.

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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Onde ficar em Las Vegas

ima_vegasAcho que o título deste post deveria ser “Onde NÃO ficar em Las Vegas”, porque ficamos em três hoteis diferentes lá e não gostamos de nenhum!

Por que três hoteis diferentes? Pelo nosso roteiro, ficaríamos em Las Vegas nos últimos 4 dias da viagem. Porém, indo do Death Valley National Park para o Grand Canyon, pernoitamos em Vegas no hotel mais barato que encontramos sem avaliações horríveis. Além disso, decidimos voltar um dia antes do previsto no fim da viagem, e como o hotel que ficamos os últimos dias não tinha mais vaga, pegamos outro ali na hora.

Leia também: Roteiro pelos Parques Americanos

 

Downtown Grand

 

O Downtown Grand foi o hotel que reservamos com antecedência, e ficamos 4 dias.

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Fachada do hotel. Fonte: divulgação.

Apesar de todo mundo dizer que hotel em Las Vegas é super barato, eu dei um azar danado. Na semana que estaríamos lá, haveria um congresso de mídia com mais de 30 mil participantes! Com isso, não consegui nenhuma pechincha nos hoteis na Strip, a rua com os principais casinos.

Então comecei a olhar os hoteis próximos à Freemont Street, o “centro histórico” de Vegas, onde ficam os cassinos mais antigos, e achei o Downtown Vegas, um hotel super novo e moderno por 55 dólares a diária. Vendo lá no post do Across the Universe como é fácil pegar ônibus em Vegas, decidimos ficar na Freemont mesmo, e usar o ônibus para visitar as atrações da Strip e ir aos Outlets.

O hotel é realmente ótimo. As instalações são lindas, modernas, aconchegantes, o quarto também era amplo e muito limpo. As camas eram super confortáveis.

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dowtown_grand_room

O banheiro era tão grande que era até um pouco frio. Super limpo também.

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O wifi era ótimo e eles receberam uma encomenda da Amazon sem cobrar.

Tinha piscina, mas nem fomos. Parecia sempre bem animada!

Não tinha café da manhã, mas eles te serviam um cafezinho na recepção todo dia sem custo. Também ganhamos um cartão com créditos pra usar no cassino, mas nem curtimos muito! É tudo eletrônico agora, nem faz aquele barulhinho de moeda caindo 🙂

Por ser muito perto da Freemont Street, dá pra escutar a festança, mas nem nos atrapalhou. A festa lá é realmente animada, vale a pena conhecer. Os antigos cassinos cheios de neon na fachada estão lá.

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A rua é coberta com um super telão que é o máximo!

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Mas… aquela história de pegar ônibus acabou cansando. A Freemont Street é perto da Strip, o ônibus não demorava a passar, mas a viagem não rende porque a cidade é cheia de semáforo e tem um trânsito considerável. Contando a andadinha até o ponto, a espera do ônibus e a viagem, levávamos quase uma hora pra chegar à Strip. Acho que é mais negócio ficar nos hoteis da Strip se estiver sem carro (que eu continuo achando desnecessário), mesmo que seja pra pegar ônibus pra andar nela pra cima e pra baixo.

Já pra ir pro Las Vegas Premium Outlet North o ônibus foi ótimo, chegamos em 15 minutos!

Além do Downtown Grand, ficamos em outros dois hoteis por apenas uma noite, quando estávamos de passagem: Palace Station Hotel & Casino e Silver Sevens Hotel & Casino.

 

Palace Station Hotel and Casino

 

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Fachada do Palace. Fonte: http://static.panoramio.com/photos/original/10678714.jpg

Ficamos apenas algumas horas no Palace Station Hotel, pois chegamos tarde e saímos cedo pra ir pro Grand Canyon. A canseira era tanta que esquecemos de tirar foto!

Mas as impressões não foram boas: a recepção tinha uma fila imensa (acho que demorou mais de 40 minutos para nos atenderem), os atendentes eram antipáticos. O pior era o cheiro de cigarro: como a recepção do hotel era praticamente dentro do cassino, o cheiro tava impregnado em tudo.

Ficamos em um quarto no térreo. Era simples, meio escuro, a limpeza não era muito nota 10. Dizem que os quartos da torre são melhores, mas como reservamos em cima da hora, não dava pra reclamar.

Por 25 dólares a diária, foi até bonzinho, mas eu não me hospedaria de novo. Tanto, que na volta dos parques nacionais, ficamos no Silver Sevens.

 

Silver Sevens Hotel & Casino

 

Não é que o Silver Sevens seja ruim, é que ele tem aquela carinha de decadência. Assim como o Palace, a recepção é dentro do cassino, isto é, cheiro forte de cigarro de novo. E um povo estranho jogando, com cara de viciado, parecia que ficaram a noite toda fumando, bebendo e apertando o botãozinho do caça níqueis. Sei lá, era estranho. Será que você me entendem?

A diária foi um  pouco mais cara dessa vez, 40 dólares com café da manhã. O quarto era até bonzinho, limpo e com carinha de novo.

silver_sevens_bedroom

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O banheiro tinha a pia do lado de fora, que eu adoro, mas a banheira não era assim super limpa.

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No café da manhã tivemos a mesma sensação de ser estranho. O buffet era grande, mas a comida não parecia muito “atualizada”, parecia estar lá há um tempo.

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Café da manhã. Fonte: divulgação.

Bem, não me hospedaria de novo também.

Afinal, onde ficar em Las Vegas?

 

Apesar de ter gostado do Downtown Grand, eu ficaria na Strip pra economizar o tempo de deslocamento de ônibus. Mesmo que seja no Stratosphere, que é um pouco mais afastado, mas que de ônibus até as atrações seria 5 minutos.

Mas claro, separe uma noite para visitar a Freemont Street, é muito legal. Os cassinos de lá aceitam moedas, é muito mais divertido ganhar em uma máquina dessas, olha a cara da criança quando ouviu o barulho das moedas caindo!

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Os dois hoteis que hospedei ao redor da Strip também não foram bons. Me parece que os melhores são os que estão na avenida mesmo.

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