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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Pequenos Lençóis e a praia de Caburé

ima_lencois_peqNo terceiro (e último 🙁 ) dia em Barreirinhas já tínhamos feito os principais passeios ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, como contei nos posts sobre o passeio para a Lagoa Azul e para a Lagoa Bonita.

Tínhamos então 3 opções: ir pra Atins comer o famosíssimo camarão da Luzia, como o Ricardo Freire fez; flutuar de bóia no Rio Formiga, como os Nerds Viajantes; visitar novamente o Parque Nacional, desta vez pela entrada de Santo Amaro, como fez a Patrícia do Turomaquia (que dormiu lá); ou fazer um passeio de lancha pelo rio até os Pequenos Lençóis e a praia de Caburé.

Opa, falou praia? Como boa habitante do cerrado que sou, foi a palavra mágica. 🙂

Bom, claro que não foi só isso, foi uma decisão muito sofrida! Descartamos o passeio de Santo Amaro por causa da distância. Apesar da vontade imensa de ver os Lençóis de novo, 112 km de sacolejo no pau de arara nos desanimaram totalmente. Quem sabe a gente não dorme lá um dia como a Patrícia.

Entre as outras opções, o passeio de lancha nos pareceu o mais interessante, por ter várias atrações: o rio, os Pequenos Lençóis, a praia, o farol. Fizemos amizade com uma família de Brasília no hotel, e eles também estavam mais pra esse passeio.

De manhãzinha, as voadeiras passaram lá no píer do nosso hotel pra nos pegar. Sim, as lanchas voam! Teve uma doida que sentou na primeira fila e não segurou a bolsa direito, e ela saiu voando! A sorte é que a bolsa era de palha e boiou, aí o piloto voltou pra pegar.

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As voadeiras !

O trajeto pelo rio Preguiças é muito bonito, pois as matas nas suas margens estão preservadas. A primeira parada é em Vassouras, para a visita aos Pequenos Lençóis. Mas, na verdade, a primeira atração são os macaquinhos que interagem com os turistas. Não vejo muita graça, mas o Gui sempre vai lá trocar uma ideia com eles.

pequenos_lencois_macacos

“Não sou cachorro não, meu chapa!”

Algumas dunas depois, chegamos aos Pequenos Lençóis, a atração principal. Devo confessar que, perto do Parque Nacional, os Pequenos Lençóis obviamente decepcionam, mas foi gostoso tomar mais um banho de lagoa. A areia dos Pequenos Lençóis é dourada, diferentemente da areia branca do Parque.

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Pequenos Lençóis

Depois de algum tempo esperando na lanchonetezinha precária, seguimos para Caburé pra pegar uma prainha. A lancha nos deixou em frente ao restaurante onde almoçaríamos, e nos orientou a agendar os pedidos pra mais tarde.

Uma caminhada depois e o marzão tava lá. Que saudade daquele cheirinho de praia! Pessoal do litoral, não ria 🙂

Ficamos curtindo as lagoinhas que o mar forma na areia, até cansar de tanto torrar no sol. O problema da praia é que não tem estrutura nenhuma, então não tem barraquinha de praia pra esconder do sol. Quando cansamos, voltamos pro restaurante para o almoço, que tava muito bom.

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Praia de Caburé

A última parada do passeio foi no povoado de Mandacaru, onde fica um farol da Marinha que também serve de mirante. A vista é bem bonita, dá pra ver o rio e o mar. As escadas valem a pena !

farol_preguicas vista_farol

vista_farol (2)

Vista do Farol

Bem legal o passeio, né? Claro que não chega nem aos pés da beleza do Parque, mas acho que valeu a pena, especialmente pelo passeio no rio, que é bem bonito.

Também fizemos este passeio (“Vassouras/Mandacarú/Caburé”) pela São Paulo Ecoturismo.

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quinta-feira, 16 de julho de 2015

Lençóis Maranhenses: a Lagoa Bonita

ima_lencois_peqNo primeiro passeio que fizemos ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses já ficamos encantados, como contei aqui no post sobre a Lagoa Azul. E não é que ainda não tínhamos visto as paisagens mais lindas ainda?

No segundo dia fizemos o passeio da Lagoa Bonita. O mesmo pau de arara nos levou agora para uma outra entrada do parque, desta vez um pouquinho mais radical. Logo na entrada já tivemos que escalar uma duna beeeem pesadinha, tinha até corda pra subir. Mas o guia falou: “Vai que compensa o esforço”.

E que recompensa.

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A vista do começo da trilha da Lagoa Bonita

Eu fiquei até sem fala quando vi. Era uma vista linda demais, aquela imensidão de areia branca cortada pelas águas azuis. Fiquei ainda mais impressionada com esse tesouro que são os Lençóis Maranhenses.

Começamos a caminhada até as lagoas, e aí o guia nos deu a opção de seguir direto pra Lagoa da Testa Branca, ou subir em uma duna pra vê-la lá de cima. E novamente, valeu demais o esforço da subida.

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Lagoa da Testa Branca

É incrível, né? Olha que pequenas as pessoas lá embaixo. O meu amigo Marcelo disse que parecia cena do Star Wars. 🙂

O resto do passeio foi mais tranquilo: dar um mergulho, subir uma duninha até a próxima lagoa, mergulhar nas várias lagoas. Desta vez tinha um pessoal mais devagar no grupo, e o guia pegou leve.

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Lençóis Maranhenses ao entardecer.

A gente ficou “sofrendo” desse tanto durante toda a tarde, até as dunas começarem a mudar de cor…

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O fotógrafo

E aí pudemos contemplar de novo aquele por do sol incrível.

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Por do sol

Na saída, demos uma paradinha nas barraquinhas na entrada das dunas, para comer uma tapioca. Não foi uma ideia muito boa, viu! Um monte de carro saiu na nossa frente e pegamos uma fila imensa na balsa pra atravessar o rio, lá em Barreirinhas. O jeito foi ficar comendo tapioca lá também, enquanto esperávamos. 🙂

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As barraquinhas na entrada da trilha

Fica a dica pra São Paulo Ecoturismo: ao invés de ficarmos lá mofando na fila, porque não esticar o passeio nas dunas para vê-las também sob a luz da lua cheia? Até tentei convencer o guia, mas não funcionou :/ Acho que fica meio perigoso voltar muito a noite pela estrada, sei lá.

Lindo demais, né? Aproveita que a melhor época para conhecer os Lençóis é de junho a setembro, e corre pra lá !

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quinta-feira, 11 de junho de 2015

Lençóis Maranhenses: a Lagoa Azul

A Lagoa Azul foi nosso primeiro passeio ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Como contei no planejamento, chegamos a Barreirinhas um pouco antes do almoço, e já reservamos o passeio para a tarde na agência, que nos pegou no hotel as 14h.


O caminho até o Parque é só aventura. O carro é uma caminhonete adaptada, e tem até travessia de balsa pelo Rio Preguiças. A viagem até as dunas dura uns 40 minutos de chacoalheira. Não recomendo pra que tem problema de coluna!

A limousine que te leva pro parque :)
A travessia de balsa no belo Rio Preguiças
O Parque é imenso, e abrange tanto as dunas quanto a vegetação que a rodeia, a restinga, mostrada na foto abaixo. Quando acaba a restinga, temos que abandonar o carro e ir a pé pela areia. É bem cansativo!

O início do passeio
E a caminhada segue até a primeira lagoa, quando começamos a ter a noção do tamanho da beleza deste lugar. O azul das águas, a areia branca e o sol... era um cenário de cinema.


Como resistir a um banho nessas águas lindas e mornas? Teve gente que desceu a duna correndo, na aventura, mas eu fui afundando pé por pé até lá embaixo :)


Observando que ninguém do nosso grupo tinha dificuldade de locomoção, o guia propôs que fizéssemos um caminho mais longo, passando por lagoas diferentes do caminho normal do passeio. Todo mundo topou, e fomos todos seguindo o guia Célio nesta aventura.

Nosso guia Célio nos conduzindo pelos Lençóis
Seguimos por caminhos lindos até a lagoa do peixe, onde os peixinhos ficam te dando umas mordidinhas nos pés... Não machuca, mas é meio estranho! Essa lagoa tem as águas um pouco mais escuras, e é a única que nunca seca.


A caminhada mais longa foi super cansativa, mas ninguém ficou bravo com o Célio. Ficamos super felizes em ver paisagens mais lindas desse paraíso...


... como os desenhos que o vento faz nas dunas.


E com o cair da tarde, as dunas se tornam douradas, e fica tudo mais bonito ainda.


E o passeio é fechado com chave de ouro, com um por do sol maravilhoso.


Tão lindo que fui lá bater um papo com ele :)


Informações Práticas

Fizemos o passeio com a  São Paulo Ecoturismo, que os Nerds Viajantes recomendaram. Gostamos bastante do trabalho da agência e do guia Célio, que andou muito mais que o normal pra nos mostrar mais das belezas dos Lençóis Maranhenses.

Mas é realmente muito cansativo, então não recomendo para quem tem dificuldade de locomoção, nem pra crianças pequenas.


sexta-feira, 5 de junho de 2015

Lençóis Maranhenses: onde ficar

Esta resenha foi originalmente publicada pelo Guilherme no TripAdvisor, e adaptada pro blog. 

Como eu disse no nosso post sobre o planejamento da viagem, escolhemos a cidade de Barreirinhas como nossa base para visita ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses pela facilidade de acesso a partir de São Luís, e pela melhor estrutura da cidade.


Em Barreirinhas há várias opções de hotéis, mas foi um pouco difícil de escolher. Como os localizados no Centro nos pareceram muito simples, escolhemos o Gran Solare Lencóis Resort, um hotel mais chique, apesar de mais distante da cidade.

Gran Solare

Como o hotel não é all-inclusive e fica afastado do Centro, sempre fica aquele medo de se sentir um refém, de tudo no hotel ser muito caro, já que não temos opção. Mas isso foi uma grata supresa: a primeira coisa que sentimos foi que não estávamos sendo explorados dentro dele.

Os preços do restaurante estavam bem razoáveis pro padrão, cerca de 35 reais por pessoa, já incluindo bebida e sobremesa. Havia várias opções de sucos naturais e refrigerantes de 2 litros pra cada hóspede se servir a vontade. Caso prefira comprar seu refrigerante individual, também existe a opção, mas os refrigerantes de 2 litros compartilhados/a vontade aos hóspedes diminuem o custo do almoço e achamos muito válida.

A noite, além do restaurante buffet, há também uma pizzaria dentro no hotel, próxima ao deck, também com bom preço. Mas, se quiser jantar na cidade, o resort oferece uma van que leva até o centro da cidade e busca 2 horas depois em alguns horários do dia (inclusive a noite). Ou seja, você não se sente obrigado a jantar no restaurante deles, tanto é que eles te transportam pra jantar na cidade, caso prefira. Mas um exemplo dá "não exploração" do turista.

O fato do resort não ser no centro da cidade não é um problema para os passeios, já que as agências de turismo buscam e trazem os hóspedes de volta sem custo adicional.

Piscina e bar molhado do hotel

Quanto à estrutura, a piscina é excelente (rasa), quartos são super limpos e confortáveis, e o atendimento muito cordial por parte dos colaboradores. Prefira os quartos sem vista pra piscina, pois o barulho da música e dos hóspedes pode atrapalhar o sono dos mais preguiçosos. O nosso tinha vista pra mata e era um sossego.

 
Quarto e banheiro

Para quem tem lancha ou vai fazer algum passeio de voadeira no rio, existe um deck do próprio hotel, então as agências te buscam "na porta". Outras atividades disponíveis: rede de vôlei, pebolin, sinuca, ping-pong e sauna.

Voadeiras no deck do hotel


Ah, o café da manhã é maravilhoso ! Aquele buffet imenso mais uma tapioquinha feita na hora. Hummm

Um ponto negativo fica por conta do Wi-fi que é muito lento, mas como vimos essa reclamação em muitas resenhas de hotéis, talvez seja uma limitação da cidade.

E não se esqueça de procurar sua hospedagem por nossos links para o Booking.com! Pode ser no banner abaixo, ou na caixinha de pesquisa de hoteis a direita. Além de fazer a reserva em um site confiável, você ainda deixa uma comissão pra gente. :)



segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Lençóis Maranhenses: melhor época e como chegar

Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses - Trilha da Lagoa Bonita

Como vocês devem se lembrar do Instagram, em agosto estivemos nos Lençóis Maranhenses, e foi uma grande surpresa. Esperávamos uma bela paisagem, mas as expectativas foram superadas. De longe! É bonito demais, como relembro olhando essa foto aí.

Muitos dos amigos/seguidores também ficaram muito impressionados com a beleza das fotos que postamos: não me lembro de uma viagem que tenha gerado tantos comentários dos colegas depois da chegada, com dúvidas como: "Essa é a melhor época pra ir?", "Como faz pra chegar lá?", "Você tirou férias?".

Amigos, seus problemas acabaram. Este post é pra vocês. :)

Qual é a melhor época para ir?

Isto é essencial no planejamento desta viagem. Segundo o site do ICMBio, que administra o Parque, a melhor época para visita é de junho a setembro, quando as lagoas ainda estão cheias por causa das chuvas, que caem entre fevereiro e maio por lá. Depois as lagoas secam.

Fonte: Site Parque Lençóis

Mas cuidado, pois o tempo anda tão maluco que não dá mais pra confiar tanto nesta previsão. Os Nerds Viajantes foram em junho e as lagoas ainda estavam secas :/ Aí a paisagem perde muito do seu encantamento. Por isso, em julho, antes de comprar as passagens, demos uma olhada nos comentários no site Parque Lençóis, onde o pessoal confirmou que as lagoas estavam cheias neste ano.

Como faz pra chegar lá?

O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses tem uma área de 155 mil hectares, e abrange três municípios maranhenses: Barreirinhas, Santo Amaro e Primeira Cruz. O aeroporto mais próximo é o da capital, São Luís, e a melhor estrutura encontra-se em Barreirinhas, a 255 km da capital. Foi lá que escolhemos como base para a nossa visita, também pela facilidade de acesso.

Você deve planejar apenas o deslocamento entre São Luís e Barreirinhas, pois carro não é necessário na cidade. Barreirinhas é pequena, e os deslocamentos até o Parque Nacional são feitos pelas agências credenciadas, que te buscam no hotel para os passeios. Acho que não é proibido, mas não vi nenhum carro particular transitando no Parque, pois o carro deve ser 4x4 com snorkel.



A rodovia MA-402, entre São Luís e Barreirinhas, é asfaltada e está bem conservada. Há quatro opções para percorrer o trajeto:

1) Carro Alugado: há várias locadoras no aeroporto de São Luís (veja a lista no site da Infraero). Escolha esta opção se você tiver experiência, pois a estrada até Barreirinhas é de pista simples.

2) Táxi: a corrida entre Barreirinhas e São Luís tem a vantagem de ser no horário que você combinar com o taxista. Conversamos com um, que disse que a viagem é de cerca de 3 horas e custa R$ 300,00. Peça indicação do hotel e combine antes, tenho uma amiga que já passou aperto com taxista imprudente.

3) Van: as agências de turismo realizam o trajeto com vans por R$ 50,00 por pessoa, do hotel ou aeroporto de São Luís até o hotel em Barreirinhas, e vice-versa. A maioria dos turistas que conversamos por lá usou esta opção. A Silvia, do Matraqueando, conta aqui como foi.

A vantagem das vans é que as agências combinam os horários de ida com a chegada dos vôos no aeroporto de São Luís, isto é, você pode chegar na cidade e ir direto pra Barreirinhas. Os horários de volta também são combinados com o término de alguns dos passeios pelo Rio Preguiças, então dá tempo de fazer um passeio antes de pegar a van de volta pra São Luís (confirme com a agência sobre esta opção).

Pelo que conversamos por lá, a viagem é um pouco desconfortável, pois as vans são um pouco apertadas, e duram no mínimo 4 horas, dependendo da quantidade de hoteis diferentes que as vans têm que buscar/deixar os turistas.

4) Ônibus regular: a empresa Cisne Branco Turismo faz o trajeto entre as cidades, e a passagem custa R$ 35,00 (convencional, com várias paradas) e R$ 37,00 (expresso, com parada apenas na cidade de Humberto de Campos).

Como o Gui é bem desconfiado com outras pessoas dirigindo, preferiu esta opção. Chegamos a São Luís na quinta a noite, dormimos por lá. e pegamos o ônibus expresso na rodoviária de Barreirinhas as 6h30 da manhã. O ônibus é confortável, com ar condicionado, mas a ida foi bem cansativa, porque nosso ônibus teve que socorrer outro que tinha ficado sem bateria (busão é assim né!) e a viagem durou 6h. A volta foi tranquila: saímos de Barreirinhas 12h30 e chegamos as 17h30 na Rodoviária de São Luís.

Segundo uma outra passageira do ônibus, a viagem no convencional "é só a treva" (já incorporei o adjetivo maranhense ao meu vocabulário :D). Disse que o ônibus pára para qualquer um que acenar na estrada, então a viagem é bem demorada.

O ônibus expresso não faz paradas para comer, então leve sua água e lanchinho.

5) Avião: parece que existe a opção de ir de monomotor de São Luís pra Barreirinhas, incluindo um vôo panorâmico sobre o Parque. Não encontrei maiores informações sobre esta opção, mas vi alguns aviõezinhos sobrevoando o Parque durante os passeios.

Passeio de lancha pelo Rio Preguiças

Você tirou férias?

Que nada! Emendei a sexta e a segunda ao fim de semana e tirei a passagens com um mês de antecedência, graças a uma promoção anunciada pelo Melhores Destinos (obrigada!). Achei os dias suficientes para as principais atrações de Barreirinhas, conforme descrição de outros turistas que conversamos por lá.

Mas claro que tem mais pra ver: dê uma olhada no Matraqueando e no Turomaquia para passeios em Santo Amaro, Atins, Alcântara e São Luís.

Detalhadamente, nosso roteiro de 4 dias foi o seguinte:
- Quinta: chegamos a São Luís a 23h, onde pernoitamos.
- Sexta: pegamos o ônibus da Cisne Branco na rodoviária às 6h30 e chegamos a Barreirinhas as 12h30. O ônibus pára pertinho da São Paulo Ecoturismo, onde contratamos o passeio para a Lagoa Azul, no Parque Nacional, para o mesmo dia, às 14h.
- Sábado: a tarde, fizemos o passeio da Lagoa Bonita, também no Parque Nacional.
- Domingo: fizemos o passeio de lancha pelo Rio Preguiças até Caburé.
- Segunda: pegamos o ônibus da Cisne Branco as 12h30. Em São Luís, pegamos um táxi na rodoviária, e por R$ 70,00, o taxista deu uma volta na cidade antes de nos deixar no hotel.
- Terça: Vôo pra Brasília as 5h30, chegando as 9h20. De volta ao trabalho!

Nos arrependemos por não ter pegado o ônibus de volta pra São Luís no início da manhã, para passearmos no Centro Histórico de São Luís a tarde. No passeio com o taxista não deu pra ver nada, porque as ruas do Centro Histórico são apenas para pedestres.

Conhecemos uma família de Brasília lá que fez mesmos passeios emendando apenas a sexta. Eles fizeram o seguinte: voaram para São Luís quinta a noite, foram direto do aeroporto pra Barreirinhas de van, fizeram os passeios com a gente e voltaram de van para o aeroporto de São Luis no domingo, depois do passeio pelo Rio Preguiças. Cansativo, pega estrada a noite, não passeia em São Luís, mas é uma opção se você tem menos tempo e não é desconfiado dos motoristas como o Gui. :)

Esta opção de ir direto de van é mais econômica também: em São Luís, tivemos que pagar hotel, pegar táxi para ir até o hotel, até o aeroporto, até a rodoviária. No total, nossos gastos logísticos foram de cerca de R$ 500,00, fora as passagens aéreas. De van, direto do aeroporto de São Luis para Barreirinhas, seria R$ 200,00 ida e volta para duas pessoas.

Acho que deixei todos os detalhes do planejamento aí. Nos próximos mostro as belezas dos Lençóis que vimos nos passeios!

Se ainda restar alguma dúvida, ou tiver alguma experiência para compartilhar, mande nos comentários!


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