Este post é só dicas. Como a viagem ainda não aconteceu, não tem ímã!
Nossas próximas férias seriam em fevereiro no Sudeste Asiático. O roteiro já tava redondinho: Tailândia, Camboja, Malásia e Cingapura. As passagens até lá já tinham sido providenciadas. Aí...
Caí da escada aqui do prédio mês passado e torci o pé, com direito a ligamento parcialmente rompido. Resultado: o médico disse que em fevereiro ainda vou estar fazendo fisioterapia e não vai rolar a viagem.
Mas eu não podia deixar de passar pra vocês o que aprendi neste planejamento!
Desde que imaginei este roteiro, pesquisei os preços das passagens no Matrix e para meu total desespero, pra duas pessoas saindo de Brasília seriam cerca de 10 mil reais!
Ave Maria, assim não ia sobrar nada pra gastar lá... Eu também não tinha milhas suficientes: fui conferir no site da Tam, e seriam necessários 60 mil pontos cada trecho! 240 mil ida e volta pra mim e pro Gui, mas eu só tinha 140 mil.
Mas eu tinha que dar um jeito de baratear essas passagens, então fiquei pensando em como usar as milhas pra ajudar. Tirar a ida e comprar a volta? Pesquisei apenas um trecho (ida ou volta) e as passagens estavam quase o mesmo preço de ida e volta, não ia rolar. Tirar ida e volta pra mim e comprar pro Gui também ia acabar complicando pra ir no mesmo vôo: como a Tam não faz mais reserva pra emissão com milhas, não ia dar pra pesquisar as possibilidades de compra na hora, então desisti.
Então pensei na possibilidade de ir até o meio do caminho com milhas, e comprar o outro trecho. Esta estratégia também teria a vantagem de dar uma descansada no meio do caminho, pra viagem não ficar tão longa. A partir da tabela de pontos da Tam (consulte para atualizações), montei todas as possibilidades de rotas pra lá, marcando quantos pontos seriam necessários por trecho (clique no mapa para ampliar):
Veja aqui os países que compõe cada região.
Eu tinha pensado em ir por Dubai (Oriente Médio) ou pela Europa, mas não tinha milhas suficientes pra chegar lá. Com os pontos que eu tinha, eu só poderia pegar os trechos até 35.000 pontos, que seriam Brasil - América do Norte, Brasil - África (Sul ou Norte) ou Oriente Médio - Ásia Oriental. A pontuação pra emitir com as parceiras da Star Alliance não varia de acordo com a demanda como as da TAM, então dá pra se planejar. Neste post tem as dicas para tirar passagens com milhas na TAM.
Atualização: desde março de 2014 a TAM saiu da Star Alliance e entrou na One World, outra aliança entre empresas aéreas, mas a tática descrita ainda é válida.
Tirando com milhas uma destas três possibilidades, teria que comprar o outro trecho. Mas quais seriam os países de escala? Olhei a pesquisa que eu tinha feito no Matrix no começo para conhecer as empresas e vi que na África havia a Ethiopian ou a South African; nos EUA, United ou Delta; e, no Oriente Médio, Qatar, Emirates e Ethiad. Então, busquei passagens passando pela Etiópia, África do Sul, EUA, Doha, Dubai e Abu Dhabi, a sede de cada uma das empresas, respectivamente.
Voltei pro Matrix e pesquisei os preços dos seguintes trechos:
- Escala em Joanesburgo, África do Sul (rota azul - segunda parte): 1700 reais pela Ethiad
- Escala em Adis Abeba, Etiópia (rota verde - segunda parte): 2500 reais pela Ethiopian
- Escala em Los Angeles, Estados Unidos (rota vermelha - segunda parte): 2300 reais pela United
- Escala em Abu Dhabi, Emirados Árabes (rota roxa - primeira parte): 3700 reais pela Ethiad
Nossas próximas férias seriam em fevereiro no Sudeste Asiático. O roteiro já tava redondinho: Tailândia, Camboja, Malásia e Cingapura. As passagens até lá já tinham sido providenciadas. Aí...
Caí da escada aqui do prédio mês passado e torci o pé, com direito a ligamento parcialmente rompido. Resultado: o médico disse que em fevereiro ainda vou estar fazendo fisioterapia e não vai rolar a viagem.
Mas eu não podia deixar de passar pra vocês o que aprendi neste planejamento!
Desde que imaginei este roteiro, pesquisei os preços das passagens no Matrix e para meu total desespero, pra duas pessoas saindo de Brasília seriam cerca de 10 mil reais!
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| Preço das passagens pra uma pessoa saindo de Brasília! |
Ave Maria, assim não ia sobrar nada pra gastar lá... Eu também não tinha milhas suficientes: fui conferir no site da Tam, e seriam necessários 60 mil pontos cada trecho! 240 mil ida e volta pra mim e pro Gui, mas eu só tinha 140 mil.
Mas eu tinha que dar um jeito de baratear essas passagens, então fiquei pensando em como usar as milhas pra ajudar. Tirar a ida e comprar a volta? Pesquisei apenas um trecho (ida ou volta) e as passagens estavam quase o mesmo preço de ida e volta, não ia rolar. Tirar ida e volta pra mim e comprar pro Gui também ia acabar complicando pra ir no mesmo vôo: como a Tam não faz mais reserva pra emissão com milhas, não ia dar pra pesquisar as possibilidades de compra na hora, então desisti.
Então pensei na possibilidade de ir até o meio do caminho com milhas, e comprar o outro trecho. Esta estratégia também teria a vantagem de dar uma descansada no meio do caminho, pra viagem não ficar tão longa. A partir da tabela de pontos da Tam (consulte para atualizações), montei todas as possibilidades de rotas pra lá, marcando quantos pontos seriam necessários por trecho (clique no mapa para ampliar):
Eu tinha pensado em ir por Dubai (Oriente Médio) ou pela Europa, mas não tinha milhas suficientes pra chegar lá. Com os pontos que eu tinha, eu só poderia pegar os trechos até 35.000 pontos, que seriam Brasil - América do Norte, Brasil - África (Sul ou Norte) ou Oriente Médio - Ásia Oriental. A pontuação pra emitir com as parceiras da Star Alliance não varia de acordo com a demanda como as da TAM, então dá pra se planejar. Neste post tem as dicas para tirar passagens com milhas na TAM.
Atualização: desde março de 2014 a TAM saiu da Star Alliance e entrou na One World, outra aliança entre empresas aéreas, mas a tática descrita ainda é válida.
Tirando com milhas uma destas três possibilidades, teria que comprar o outro trecho. Mas quais seriam os países de escala? Olhei a pesquisa que eu tinha feito no Matrix no começo para conhecer as empresas e vi que na África havia a Ethiopian ou a South African; nos EUA, United ou Delta; e, no Oriente Médio, Qatar, Emirates e Ethiad. Então, busquei passagens passando pela Etiópia, África do Sul, EUA, Doha, Dubai e Abu Dhabi, a sede de cada uma das empresas, respectivamente.
Voltei pro Matrix e pesquisei os preços dos seguintes trechos:
- Escala em Joanesburgo, África do Sul (rota azul - segunda parte): 1700 reais pela Ethiad
- Escala em Adis Abeba, Etiópia (rota verde - segunda parte): 2500 reais pela Ethiopian
- Escala em Los Angeles, Estados Unidos (rota vermelha - segunda parte): 2300 reais pela United
- Escala em Abu Dhabi, Emirados Árabes (rota roxa - primeira parte): 3700 reais pela Ethiad
Optamos por passar por Joanesburgo pelo preço, pela duração da viagem, e por serem 10.000 milhas a menos por trecho que passando pelos EUA. Pesquisando melhor as opções entre Joanesburgo e Bangkok/Cingapura, optamos pela Emirates, com stop de dois dias em Dubai na volta, o que encareceu um pouquinho. Comprar a passagem saindo de Joanesburgo teve um custo adicional: o IOF, pois apesar da Emirates ter escritório no Brasil, como a origem não era aqui foi debitado como uma compra internacional.
Lembra dos 10 mil reais iniciais para duas pessoas? No final, os custos ficaram assim:
Taxas Trecho Brasilia - Joanesburgo (milhas): R$ 584,34
Trecho Joanesburgo - Bangkok: R$ 4.125,43 (dólar a R$ 2,47)
IOF Trecho Joanesburgo - Bangkok: R$ 241,73
TOTAL: R$ 4.951,50
Economia de 50% com dormidinhas e passeios no meio do caminho em Joanesburgo e Dubai. Nada mal, hein?
Pena que não vou poder comprovar pessoalmente se o plano foi uma boa idéia, pelo menos por enquanto. Mas e você, já utilizou alguma tática parecida? Comente aqui!
Lembra dos 10 mil reais iniciais para duas pessoas? No final, os custos ficaram assim:
Taxas Trecho Brasilia - Joanesburgo (milhas): R$ 584,34
Trecho Joanesburgo - Bangkok: R$ 4.125,43 (dólar a R$ 2,47)
IOF Trecho Joanesburgo - Bangkok: R$ 241,73
TOTAL: R$ 4.951,50
Economia de 50% com dormidinhas e passeios no meio do caminho em Joanesburgo e Dubai. Nada mal, hein?
Pena que não vou poder comprovar pessoalmente se o plano foi uma boa idéia, pelo menos por enquanto. Mas e você, já utilizou alguma tática parecida? Comente aqui!







